terça-feira, 22 de julho de 2008

Descabaçando as Coleguinhas - capitulo 1 ATÉ 5

Editado para regras do site... estranho como muitos contos piores nunca são proibidos... Mas va lá...Antes de começarem a ler este conto, gostaria muito de dizer que este não é somente uma histórinha pornô, e sim um conto erótico, eu gosto muito de escrever e ser detalhista, portanto muitos vão dizer que enrolo muito pra dizer pouco... Mas quem for paciente gostará muito da narrativa.Era verão do ano de 2001 e eu acabara de me mudar para um novo apartamento com minha noiva Márcia. Estávamos noivos a mais de 5 anos, eu tinha 28 e ela 26 anos, e morávamos juntos a muito tempo, isso infelizmente tinha quebrado bastante da nossa motivação sexual.Eu trabalho com design de web-sites e costumo trabalhar em casa, já a Márcia é enfermeira e muitas vezes precisa trabalhar nos fins de semana. Meu apartamento é no térreo e possui uma grande janela que dá de frente ao playground do prédio. Admito que nunca gostei do barulho da molecada, por isso me mudei meio receoso, mas considerando que era a sala mais arejada, coloquei o computador bem do lado da janela, de modo que a claridade não interferisse em meu serviço mas que eu pudesse me sentir um pouco menos preso dentro do apartamento.Certo dia uma garota que aparentava seus PIIII anos chegou perto da janela e ficou se esticando para me ver trabalhar. Tentei ignorar aquela presença, sem nem ao menos olhar para o lado, na expectativa que ela cansasse e fosse embora.“O que você ta fazendo?” – Neste momento pela primeira vez olhei a garota. Ela tinha os cabelos castanhos e chanelzinho, um corpo esguio e um rosto perfeito, o que é comum em garotas desta idade. Neste primeiro momento claro que nem ao menos olhei seu corpo, até porque a janela cobria a altura de seus ombros para baixo, pois o piso externo era mais baixo.“Estou criando um site”- respondi simpaticamente.“Site de Internet? Que legal!”“É isto mesmo... Você gosta de Internet?”“Adoro! Fico horas no computador!”Assim aproveitei que estava meio de saco cheio de trabalhar para dar um pouco de atenção para a Garota. No meio do papo descobri que seu nome era Eliane, ela morava no prédio, tinha PIIII anos, e estava ali cuidando de sua irmãzinha de PIIIIII anos que se divertia no balanço do playground. Ela descia quase todos os dias com sua irmãzinha, mas eu nunca havia realmente notado. Ela por sua vez disse que sempre teve curiosidade de saber o que eu fazia todo o dia sentado na frente de meu computador.Durante a conversa a simpatia da garota me fez ficar hipnotizado... Não somente a simpatia, como também seus olhos claros, mais castanhos que seus cabelos. Sem maldade, comentei que ela era linda, e notei que ela ficou extremamente animada com o elogio. Quando nos despedimos ela totalmente sem graça disse rapidamente que me achava muito bonito também e saiu correndo para pegar sua irmã no balanço.Durante o resto do dia eu fiquei com Eliane em minha cabeça. Como estou comprometido há muito tempo e nunca saio sem minha noiva, há muitos anos não ouvia um elogio daqueles e mesmo vindo de uma pré-adolescente fiquei bastante lisonjeado em ter ouvido. Confesso que nesta noite transei com a minha noiva de maneira diferente, do jeito que só fazíamos no começo do namoro.No dia seguinte estava trabalhando normalmente, mas com certa ansiedade de ver a pequena Eliane novamente. Passaram-me alguns pensamentos loucos pela cabeça, daqueles que você só tem em suas fantasias durante a masturbação... Mas eu estava ciente que não ultrapassaria os limites, só queria ver minha ‘paquerinha’ de novo e me sentir bem com meu ego.“Oi Paulo!” – Era ela! E estava linda como no dia anterior. “Por que você não vem aqui fora pra gente conversar? É que a chata da minha irmã quer brincar na gangorra, eu tenho que ficar lá!”“Não posso querida...” - Confesso que estava com receio que algum vizinho me visse conversando com ela.“Ahhhh... Vem! Por favor???” – choramingou Eliane. “É tão chato ficar aqui sozinha com minha irmã... não tem mais ninguém aqui pra conversar... A gente não conhece ninguém!”Sem querer ela me passou a dica que eu queria. Pouca gente ao redor e sem conhecidos. Por um momento me senti um estuprador por ficar feliz com esta noticia, mas claro que nunca me passaria uma coisa horrível desta pela minha cabeça. –“Tá legal... Só um pouco ta? Tenho que trabalhar!” – Sem dizer nada ela somente abriu um sorriso enorme e lindo e correu para a gangorra.Entrei no portãozinho do playground e Eliane falou para sua irmãzinha: “Elisa, este é meu amigo Paulo! Ele é super legal!” – ‘Hum... AMIGO Paulo e não TIO Paulo’ como eu temia. Foi bom de começo. Sua irmãzinha só olhou acenou um tchau e voltou a brincar.“Então Paulo... Eu vi uma mulher loira com você... É sua namorada? ” – Foi a primeira coisa que ela disse enquanto eu me sentava no banco ao lado da gangorra. Nem parei pra pensar quando ela teria me visto com a Márcia, mais tarde me dei conta que ela me observava há algum tempo para ter perguntado isto.“É sim... somos noivos ” – Imediatamente seu sorriso desapareceu e ela baixou o olhar.“Mas a gente vai terminar acho... Ela não gosta mais de mim.”- Da onde eu tinha tirado isto? Talvez por reflexo imediato de ter visto a alegria que me contagiou no dia anterior ter sumido... Além de a frase ser uma desculpa horrível que nunca cola. Mas ela tinha PIIII anos. Colou.“Serio? E você? Ainda gosta dela?” – Vi o brilho do rostinho voltar.“Não muito!” – “Estou gostando de outra garotinha que conheci ontem...”Onde eu estava com a cabeça eu não sei. Além de soltar frases de um garoto de 15 anos eu estava me comportando como um. Pior que no momento nem raciocinei. Estava olhando para seu corpinho, subindo e descendo no brinquedo do playground. Ela era magra, bracinhos finos e pernas compridas, vestia um vestidinho rosa florido de tecido fino que com o balançar do brinquedo realçava seus peitinhos durinhos em um sutiã menina-moça. Da posição que eu estava não podia enxergar sua calcinha, mas fiquei com vontade de ir para o outro lado para dar uma espiada. Nunca pensei ser seduzido por uma situação destas, mas eu estava consciente de que só estava me divertindo, isto nunca chegaria aos ouvidos de minha noiva e eu nunca levaria isto adiante, claro.“Paulo... você me espera aqui? Vou levar a Elisa lá pra cima e já volto!” – Disse ela parando de se balançar. Sua irmãzinha ameaçou um choramingo, mas não protestou. Cheguei perto do ouvido da minha ‘paquerinha’ e disse: “Que tal você ir ao meu apartamento? É o número 6... ” – “Ta bom!” – Topou ela na hora.Fui ao meu apartamento pensando que estava passando dos limites, mas agora minha cabeça já não funcionava direito. Eu estava tomado pelo momento e confesso que extremamente excitado com a oportunidade de poder ficar a sós com aquela menina. A campainha logo tocou e não me deu tempo de voltar ao meu estado de plena consciência, abri e senti o coração disparando pela situação arriscada em que estava me metendo.“Oi Paulo...”“Oi Li... Entra!”“Então... Eu sei que você é bem mais velho... Eu não sei se está só brincando comigo... Mas eu gosto de você. Faz um tempinho que queria falar com você.”“Li... Você sabe que estou noivo por enquanto. Então ninguém pode saber que você está aqui.”“CLARO! É ruim de eu contar alguma coisa pra alguém heim!” – Neste momento eu já me aproximei e peguei sua mão. Passei as mãos em seu rostinho. Segurei sua cabeça com as duas mãos e olhei dentro dos olhos dela. Aproximei meu rosto e senti sua respiração nervosa. Seus olhos se cerraram e sua boca automaticamente foi se abrindo quando aproximei minha boca me abaixando para ficar da sua altura. Enfim beijei seus lábios. Minha língua entrou em sua boca, explorando sua língua, seus dentes, tentando chegar até a garganta. Ela me abraçou e vi que não era muito íntima de beijos, sua boca era inexperiente o que fazia meu membro latejar dentro da calça. Continuei beijando-a enquanto dava passos para trás até chegar ao sofá. Sentei, sem tirar minha língua de sua boca e puxei-a para meu colo. Nesta posição ficávamos com as bocas na mesma altura, e então comecei a passear minhas mãos pelo seu corpinho. Ela era inexperiente até para afastar as mãos bobas, então eu passeei livremente... Toquei seus peitinhos, suas coxas, sua bundinha. Levei minhas mãos para dentro de seu vestidinho e passei-as pela suas costas. Soltei seu sutiã e continuei alisando suas costas. Fiz tudo com muita calma, para não assustá-la e para saborear cada sensação. Neste momento sua respiração já estava ofegante. Suas costas eram tão pequenas que a abracei mais forte e passei as mãos nos biquinhos de seus peitinhos enquanto enlaçava-a com meus braços. Comecei a chupar sua orelha, vi que ela se contorcia de cócegas ou excitação, sei lá, mas ela não abria seus olhos nem me impedia de fazer nada. Aproveitei suas contorções para subir seu vestido lentamente, abaixei-me um pouco com ela ainda em meu colo e finalmente coloquei minha boca em seus pequeninos seios. Que peitinhos maravilhosos... Aqueles biquinhos super duros e lisinhos, sem as rugosidades naturais em mulheres, com as auréolas levemente inchadas. Eram tão pequenos que eu abocanhava todo o seio abrindo a boca. E fiz minha língua sentir cada milímetro deles, enquanto ia mudando de posição, deixando-a deitada no sofá enquanto eu escorregava para ficar ajoelhado ao chão, sem parar de mamá-la em nenhum instante. Ela abraçou minha cabeça em um claro gesto que não estava assustada demais para que eu avançasse um pouco mais o sinal. Então enquanto mesclava beijos e chupões em seus peitinhos e em sua boca, corri minhas mãos para a parte interna de suas coxas. Toquei sua xoxotinha por cima da calcinha e ela deu uma inspirada forte neste momento. Bem devagar fui acariciando e colocando minha mão dentro de sua calcinha pela abertura da coxa. Toquei um dedo em sua vagina e senti que ela estava totalmente molhada, escorregadia. Tirei minha mão e fui baixando aos poucos a calcinha amarela de algodão, até que ela ficasse abaixo de seus joelhos. Quando novamente toquei sua vagina, agora com o dedo médio, como se apalpasse todo seu sexo, ela abriu as pernas, dando novamente o sinal aberto que eu esperava. Desci minha boca que estava sugando sua língua ate agora para os pequeninos seios e deslizei novamente beijando sua pélvis. Ergui uma de suas pernas e desvencilhei a cabeça, colocando-me exatamente no meio de suas pernas. Confesso que antes de experimentá-la, beijei ao redor para sentir seu cheiro. Era um cheiro doce, de loção, sabonete, urina, tudo misturado. Seus pelos ainda eram bem finos e lisos, cobrindo somente uma pequena faixa em volta dos grandes lábios. Eram pelos bem ralos, macios quem nem se notavam a não ser quando ela estava totalmente com as pernas escancaradas. De uma vez só lambi toda a extensão de sua bucetinha, enfiando a língua em um movimento que tentava beber todo o líquido que estava lá dentro, como um cachorro faz para beber água. Fiz este movimento varias vezes, engolindo todo o liquido que sua xoxotinha possuía, bebendo cada gota do seu sexo, do resto de mijo, de qualquer coisa que houvesse ali dentro. Depois me fixei em seu clitóris, e a fiz gozar várias vezes.Enquanto a lambia, tirei meu pau para fora e me masturbei, devido à excitação gozei duas vezes sem nem mesmo dar uma pausa. Quando ela não agüentava mais gozar tentou forçar minha cabeça para fora de suas entranhas, mas daí parei de chupar seu clitóris e fiquei só bebendo seu gozo suavemente.Levantei minha cabeça e fitei seus olhos, subi minha boca de encontro sua e beijei-a apaixonadamente.“Ta tudo bem?” – Perguntei abraçando-a.“Ta sim... Tudo ótimo.”“Você é a garotinha mais linda e sexy que conheço.”“Paulo...” – “Eu nunca tinha feito isso... Não quero que fique pensando que sou uma destas biscatinhas do prédio.” – De algum modo eu já sabia, tanto que em nenhum momento pensei em apresentá-la ao meu cacete. Preferi fazer da nossa primeira ‘ficada’ algo especial só para ela. Mas o que eu gostei na frase não foi o fato de saber que eu era o primeiro, mas sim a informação de que existiam ‘biscatinhas’ no prédio...FIM DO PRIMEIRO CAPITULO – Segundo já escrito, mas gostaria de saber a nota que o conto merece ate aqui para postar a sequencia... Comentarios sao bem vindos!

descabacando as coleguinhas - capitulo 2

Estava chegando a época de natal. Para mim, papai Noel já tinha vindo mais cedo, mesmo assim festas são festas, goste ou não, todos precisam se preparar para dar seus presentinhos.Já se passara duas semanas da minha primeira ‘ficada’ com minha pequena namorada, e quase todas as tardes eu pude experimentar o sabor daquele corpinho. Minha Noiva, Márcia, não desconfiava de nada até então e estava feliz que quase todas as noites eu estava louco de tesão e a fazia ver estrelas. Eu descontava nela toda a vontade de entrar no corpinho de minha namoradinha, que a cada dia se soltava mais e gozava mais gostoso em minha boca.Um dia de manhã cedinho a campainha tocou. Ao abrir me deparei com uma velha senhora de uns 60 anos. – “Ola! Você que é o Paulo? Eu sou vó da Eliane”. Meu coração disparou.“Sim... sou o Paulo... Algum problema?” – Nesta hora você nem pensa em mentir tamanho o susto. – “Prazer Paulo! A Eliane tem me falado muito de você, diz que você é o namorado dela e ela simplesmente te adora!” – Maldição, como fui me meter nesta? Claro que ela acabaria contando pra alguém, que burro que fui!“Desculpe, não entendi...” – Resposta horrível, mas eu não conseguia pensar.“Ha, ha, ha! O senhor provavelmente nem sabia que ela fala estas coisas... Ouvi isto quando ela conversava com as colegas... Estas crianças inventam cada uma né?”“Ha, há, há... Crianças!” – Eu suava frio e sorria tremendo...“Sabe o que é senhor Paulo... Eu vou viajar com a Elisa, minha neta mais nova. Elas estão morando comigo porque os pais se divorciaram e minha filha tem a guarda, mas não tem tempo pra elas...”“Uhum... quer entrar?” – Eu estava esperando ela me chamar de tarado a qualquer momento.“Não, não... Eu só queria perguntar se é verdade que o senhor a deixaria ficar aqui durante as festas, enquanto vou visitar a mãe delas. A Eliane ficou nos exames finais e terá aula até a véspera de natal... e ela realmente parece não querer ver a mãe por enquanto... Minha filha entende isto, mas eu queria tanto poder levar a Elisa...”“Claro, claro... Não se preocupe, seria um prazer” – Urgh, saiu um trocadilho sem querer.“O senhor é um anjo senhor Paulo. A Eliane me contou que você mora com sua noiva, ela não vai se importar?” – Droga! A Márcia! Como explicar o que uma menina que ela nunca viu vai ficar com a gente???“Não, claro que não! Foi idéia dela convidar a Eliane pra ficar aqui!” – Um problema de cada vez! Depois eu invento algo pra Márcia...A velha foi embora, dizendo que iria viajar dali a dois dias. Eu sento no sofá com vontade de vomitar. O telefone toca. “Oi amor!”“Quem é?”“Como quem é? Quem mais te chama de amor?” – Ai como sou burro!!! – “Oi Má! Desculpe, estava concentrado no trabalho.”“Amor... Tenho péssimas notícias... Meu pai esta de cama. Coração de novo; acho. Tem problema se eu ficar na casa dos meus pais umas 4 semanas???” – Meu Deus... Milagre! Não, não pode ser milagre, pois eu não mereço um. Mas assim foi. A Márcia foi para a casa dos pais, a 300 Km daqui, e no dia seguinte á partida dela a vó de Eliane a deixou em casa.Assim que sua vó saiu do apartamento, Eliane pulou em meu pescoço. “Faz dois dias que a gente não fica... To com tantas saudades...” – Eu também estava. Peguei-a no colo e levei para a cama. Fui logo tirando todas suas roupas, e desta vez tirei as minhas também. Bebi todo o caldo de sua xoxota como eu sempre fazia. Beijei sua boca, chupei seus peitinhos. Depois sem dizer nada, deitei na cama e direcionei sua cabeça até meu pinto. Ela veio receosa, olhou pra mim. “Que tal você me fazer carinho com a boca, como eu te faço?”- Ela fechou os olhos e colocou seus lábios na cabeça do meu pau. Ela chupava só a cabeça, mas com força, como uma bebezinha esfomeada mamando. Com minha mão eu masturbava o tronco de meu pau enquanto Eliane sugava. Eliane já havia me visto gozar, então nem me preocupei em avisar, gozei muito, e Eliane foi engolindo golfada por golfada, ela devia achar normal beber minha porra, pois eu sempre fazia questão em demonstrar que engolia todo o liquido que saísse de sua pequena vagina.Dei-me por satisfeito, teria 4 semanas para arrancar aquele cabacinho antes que sua vó voltasse e estava realmente disposto a fazer com que Eliane gostasse de sua primeira vez. Conclui que conquistar totalmente a confiança dela seria fundamental. Naquele mesmo dia, Eliane perguntou se haveria problemas em trazer algumas de suas coleguinhas de escola para fazer um trabalho em casa. Concordei desde que não fizesse muito barulho. Ela correu ao telefone depois de me dar um beijo molhado. Enquanto Eliane tomava um banho, coloquei um DVD pornográfico no aparelho da sala, à noite iríamos assistir juntos para que ela realizasse o que realmente ocorre em uma relação completa. Ela era bastante ingênua para sua idade, o que somente me fazia ficar mais excitado com a idéia de deturpar toda aquela pureza.Dei um beijo em minha pequena namorada, e saí para comprar algumas guloseimas, sorvetes e doces, coisas que geralmente não tínhamos em casa. Disse-lhe que estava muito cheirosa, pois havia acabado de sair do banho, aquilo já foi o suficiente para que acabássemos nos chupando e nos bebendo mais uma vez. Saí meio tonto do prédio, peguei o carro na garagem e fui ao supermercado. Acabei demorando bem mais do que previa, comprei coisas demais para agradá-la e ainda passei em um shopping, onde acabei gastando o dobro do que gastei com o supermercado em roupas e bichinhos de pelúcia. Perguntei-me se estava apenas com tesão ou começava a me apaixonar pela garota. Não sou encanado com estas coisas, concluí que estava apenas empolgado com a situação e não medi gastos para fazer Eliane sorrir.Cheguei em casa cheio de sacolas e quando entrei me deparei com Eliane que veio me dar um beijo. Retribui o beijo durante uns dez segundos, quando escutei risadinhas... Eram as 3 colegas de Eliane que estavam em casa fazendo o trabalho.“Err... Olá garotas!” – disfarcei enquanto recolhia as sacolas do chão. – “Vai lá Li, estudar com suas colegas... eu tenho mais compras no carro pra descarregar.”“Vem conhecer elas!” – Eliane me puxou pelo braço. “Estas são a Bianca, a Alexandra e a Claudinha...”. “Meninas este é meu namorado, o Paulo” – As garotas todas sorriram simpáticas e se levantaram para dar beijinhos no meu rosto.“Então vocês são o trio ABC... Alexandra, Bianca e Claudia!” – Nossa! Juro que nunca fui tão ruim de conversa, mas o problema era que não sabia como conversar com garotas daquela idade. Mesmo assim elas riram de minha piada e gostaram do apelido que dei ao trio. “Precisamos arrumar uma amiga chamada Daniela, para sermos ABCDE!” – “Pois é por enquanto somos ABCE... A Eliane está sobrando!” – Neste momento ainda nem sabia quem era quem, só ouvia as brincadeiras e sorria enquanto tentava ajeitar as sacolas do chão. Voltei ao carro para pegar mais compras e me ocorreu que não havia trabalhado direito nos últimos dias, tinha um projeto para entregar no fim de semana e aproveitaria que elas estavam em casa para finalizar o serviço. Guardei todas as compras, distribuí refrigerantes e doces pela mesa da sala onde faziam o trabalho e me retirei pedindo a Eliane que não me interrompesse durante umas 3 horas, era o necessário para finalizar meu projeto.Quando terminei já era começo da noite, e as garotas já haviam concluído o trabalho a um bom tempo pelo visto. Coloquei todas no carro, levei-as ao Mcdonalds, e entreguei-as a suas casas. Estava a caminho de casa quando Eliane me disse sem graça: “Paulo... Você já foi a um Motel?” – Olhei para ela sorrindo – “Claro Princesa. Você quer conhecer um?” – “Uhum...” balbuciou ela sorrindo sem graça. Toquei direto para um dos melhores da cidade, pedi o melhor quarto sem me preocupar com o que o atendente pensaria ao ver minha acompanhante. Entramos na suíte de dois andares, com piscina e cascata. Os olhinhos de Eliane brilharam e fitaram os meus. “Vai Princesa... Pode mergulhar... Hoje este quarto é só nosso a noite inteira!”. Ela rapidamente se despiu e pulou na piscina. Eu acompanhei, me divertindo um bocado com sua reação de felicidade. Dentro da piscina ficamos nos beijando e nos alisando, fiz ela gozar nos meus dedos depois fomos para a beirada da piscina que era acolchoada. Deitei sobre ela olhando em seus olhos. “Paulo... Eu quero fazer tudo... Eu quero ir até o fim...” – Ah, afinal ela sabia que faltava alguma coisa! Eu a beijei longamente e me posicionei entre suas pernas. Ela estava louca de tesão e eu sabia que não precisava mais de preliminares, afinal estávamos nas preliminares a duas semanas. Coloquei meu membro em frente a sua bocetinha, ela deitada com as pernas escancaradas e tentando levantar um pouco a cabeça para enxergar meu pau roçando em sua vulva. Eu meio sentado com minhas pernas embaixo das dela, segurei meu pau e comecei a esfregá-lo na entradinha. Seus pelinhos macios estavam todos melecados pelo caldo que escorria de sua xoxotinha e pela minha porra que já vazava aos poucos. Coloquei a cabeça do meu caralho na posição e fiz uma leve pressão. Neste momento ela baixou sua cabeça e parou de olhar para nossos sexos. Cerrou os olhos, e lambeu sensualmente seu lábio superior para depois morder os lábios, enquanto seu corpinho mexia lentamente e suas mãos dançavam em seu próprio corpo. Fui pressionando seu corpinho, ela dava umas pequenas escorregadas para cima quando sentia alguma dor. Deitei sobre ela, sem jogar meu peso sobre seu corpo, e ela me olhou fixamente. Assim, com os dois de olhos abertos e se encarando, meu pau foi escorregando lentamente... Logo depois que a cabeça do pau entrou, senti a resistência do cabacinho. Eliane era do tipo de garota que soltava muito liquido pela bocetinha quando estava excitada. Naquele momento ela estava literalmente encharcada, mesmo tendo acabado de sair da piscina seu liquido viscoso já escorria até seu cuzinho. Fui dando pequenas estocadinhas, forçando o cabacinho e tentando fazê-la relaxar. Sem parar de me encarar, Eliane fechou um pouco os olhos. “Coloca tudo... Coloca inteiro... Pode colocar... eu quero...”. Apesar da vontade de socar tudo para dentro sabia que isto poderia machucá-la. Então com uma pressão um pouco maior, senti que o hímem se rompera e meu pênis entrou até a metade. Continuei estocando e entrando aos poucos, até que finalmente estava todo dentro dela. Apoiei-me sobre meus braços para olhar para sua bocetinha sendo violada, vi meu caralho entrando e saindo de dentro dela, levemente ensangüentado. Continuei colocando fundo, mas com movimentos ainda vagarosos. Seus olhos estavam cerrados e um sorriso maravilhoso se esboçava no canto da boca. Aquele sorriso demonstrou que a dor não era muita para ela, e realmente ela estava feliz. Só então me senti a vontade para aumentar o ritmo e a força dos meus movimentos. Comecei a estocar fundo, forte, batendo meu saco com força em sua bundinha. Ela me olhou e com as sobrancelhas baixas, com cara de coitada e a boca aberta colocou as mãos em meu traseiro e me apertava para dentro dela. Mudei de posição, deitei sobre os colchonetes e coloquei-a cavalgando sobre mim. Ela logo demonstrou sua preferência sobre o ritmo sexual, pensei que ela cavalgaria suavemente ou rebolando, mas para meu espanto ela praticamente saltava sobre meu cacete, ela gemia durante a respiração e aquele gemidinho agudo estava me deixando alucinado. Ela cavalgava com força, apoiando as mãos em meu peito e gemia cada vez mais alto.“Geme mais alto Li... Grita pra mim... Grita bem alto!” – Quando pedi isto automaticamente ela começou a gritar e se mexer com mais força. Aquela sua voz aguda de garotinha sentindo prazer me fez gozar umas 10 golfadas de sêmen, daqueles jatos que parecem cuspidas tamanha a quantidade. Ela sentiu que eu havia gozado, e aos poucos diminuiu o movimento e se deitou sobre mim. “Nossa Paulo. Que loucura que eu fiz...”“Amei te ver assim, louquinha...”Ficamos abraçados durante uns 15 minutos, depois ela se reanimou a ir brincar na piscina. Eu fiquei na beirada fumando um cigarro e assistindo ela se divertir. Eu olhava para aquele corpinho adolescente e nem acreditava no que havia acontecido. Ela mergulhava, pulava, estava visivelmente feliz; vinha vez ou outra me dar um beijo na margem e repetia sem parar que eu era a melhor coisa que havia acontecido em sua vida. Enquanto eu me sentia o senhor das águas com uma pequena Ariel sexual pulando em meu tanque, uma curiosidade me veio à cabeça. – “Li... Quem te falou sobre motéis? Tipo... Você sabia o que casais fazem aqui né?”“Então...” – Ela chegou perto de mim e apoiou-se na margem. Como eu estava deitado, ela me deu um selinho e continuou – “A Claudinha já foi a um motel com um cara. Mas chegando lá ele não conseguiu ir até o final, porque ela disse que doía muito...” – “Uhum” só dei outro selinho e fiquei ouvindo atentamente. – “Sabe, a gente viu o DVD que estava no aparelho... E ficamos conversando sobre isto. Muitas garotas da nossa idade já haviam transado, mas nós quatro ainda somos virgens...” – “Digo, eu era! Não sou mais né!” – Disse abrindo um sorriso lindo e me dando outro selinho, para então continuar – “Eu sei que não deveria estar contando sobre nós, mas elas são minhas amigas de verdade. Eu disse a elas que tinha certeza que iria até o fim com você e que você saberia fazer de um jeito que não me machucasse. Tipo, eu deveria ficar com ciúmes ao falar isto, mas só pelo que eu conto elas já são todas apaixonadas por você... Assim como eu!” – Neste momento ela saiu da água e deitou-se comigo. Eu me afastei da margem e ela deitou a minha frente, com o rosto bem pertinho. Olhando para baixo meio sem graça, ela falou, enquanto passava seus dedos no meu peito: “Sabe Paulo... Eu gosto muito delas... A gente sempre fez tudo juntas... Elas também queriam muito ter alguém que fosse até o fim com elas...” – Captei a mensagem rapidamente. Por um segundo me senti meio usado, mas este segundo passou rapidamente. Ouvir aquela tentativa de proposta indecente me deixou excitadíssimo novamente, comecei a masturbá-la suavemente olhando fixo em seus olhos.“Você quer que eu arrume algum namorado pra suas amigas... Ou quer que eu vá até o fim com elas?”“Eu acharia bem legal se fosse com você... Você é carinhoso, bonito, legal... E para nós você seria como o nosso pacto de amizade eterna...”“Eu gosto muito de você minha princesa... Faria qualquer coisa por você.”“Sério? Você topa?” – Abriu de novo aquele sorriso que me hipnotizava. -“Uhum... só se for isto que você quer de verdade. Você sabe que nunca vou gostar delas mais do que gosto de você...” – Que canalha eu estava sendo. Lá estava eu louco pra arrancar outros cabacinhos, enquanto continuava a bolinar a xoxotinha dela.“Eu sabia! Eu disse pra elas que você era super legal! Eu sabia que você toparia!”“Pode falar com elas... Amanhã tenho que sair pra entregar meu projeto, mas depois, até o fim do ano, eu sou todo de vocês! Eu faço do jeito que você combinar, você é quem manda em mim agora...”Ela sorriu tão imensamente que fechou os olhos. Aproximei-me e beijei sua boca, iniciando nossa segunda sessão de sexo do total de quatro daquela noite. Meu celular, no modo silencioso, tocava insistentemente. Ah Márcia... No que eu estava me metendo???Fim do capítulo 2.Capitulo 3 a caminho... Muita coisa por vir.

descabaçando as coleguinhas - capitulo 3

Finalmente era sábado. A noite do motel foi em uma segunda-feira, Ou seja, já se passava uma semana de sexo todas as tardes e noites. Eliane estudava cedo e ia de Van para a aula. Das suas coleguinhas somente Alexandra também havia ficado para os exames finais, Claudinha e Bianca já estavam de férias, assim como eu, que já havia encerrado meus compromissos do ano. Como nosso primeiro fim de semana, planejei levar Eliane para um parque em outra cidade, onde não correria o risco de encontrar nenhum conhecido e poderíamos andar juntinhos, como namorados, ou como pai e filha (o que era mais apropriado).Divertimos-nos bastante, a jovialidade dela me contagiava e eu fazia coisas que pensava não ter mais pique para fazer. Até no bangee-Jump eu me arrisquei, foi um dia realmente incrível.No fim da tarde eu estava exausto e só pensava em ir para casa. Mas nunca duvide de suas capacidades. Reanimei-me imediatamente quando conversava com Eliane dentro do carro.“Então Paulo... Você vai mesmo ir até o fim com minhas amigas também né?”“Claro princesa... Você é quem sabe, se ainda quiser, eu faço!”“Lógico que ainda quero! Queremos! Conversei com minhas amigas durante toda a semana! A gente achou assim... Não é justo que eu tive uma noite só pra mim na minha primeira vez e elas não... então vai ser cada uma por vez... e hoje a Alexandra iria dormir lá no seu apartamento com a gente... Tudo bem?”“Ok!” – Dei um rápido beijo em seu nariz para tentar me manter concentrado na pista.“A ordem vai ser pelo nome, como você brincou da primeira vez... ABC!” – Disse rindo. Eu ri junto, mas já imaginava o corpo da Alexandra. Ela era a mais alta do grupo e com o corpo mais definido das 4. Seus seios já tinham um bom tamanho (o tamanho da palma da mão), sua cintura era bem torneada e sua bundinha era um sonho. Seus cabelos eram tingidos de loiro com luzes, e bem lisos pela altura das costas. Apesar disto tudo seu rostinho era um dos mais delicados, tinha uma pele bem clarinha e um pouco de sardas, mas nada exagerado. Usava aparelho cor-de-rosa nos dentes, e tinha os olhos negros e redondos. Era a mais desinibida das amigas da Eliane, sempre vestia roupas decotadas e saltos muito altos.Cheguei em casa e ela foi direto ao telefone. Avisei-a que iria ligar para a Márcia, por isso não fizesse barulho. “OK! No problem!” – respondeu me dando uma piscadinha.“Oi Má. Sou eu. Como esta seu pai?”“Ta bem ruim. Você não pode vir mesmo? Ta com muito trampo?”“Poxa nem te conto... To podre!”Devo adicionar que nunca fui este tipo de homem-cachorro, mas aquele último mês já havia me condenado ao inferno mesmo... Agora tentava ao máximo pensar somente com minha cabeça de baixo, pois ela dificilmente se arrepende de algo que faz. Quando terminei minha ligação, Eliane disse que a mãe da Alexandra a traria e se eu podia recebê-las na frente do prédio fingindo ser seu tio para que a mãe não desconfiasse. Achei graça do esquema montado pelas garotas e concordei. No horário marcado Alexandra chegou. Sua mãe me cumprimentou e perguntou se não era incômodo que ela pousasse em casa.“Claro que não é incomodo nenhum! É um prazer!” – Droga, eu e esta maldita frase que insistia em sair da minha boca. A mãe disse que a buscaria, mas fiz questão de que a deixaria em casa no dia seguinte à noite. Disse que as levaria para um passeio no domingo e na volta a deixaria lá.Entrei no apartamento, eu percebia que as duas estavam extremamente excitadas com a situação e ficavam cochichando e dando risadas. Pedi uma pizza e disse que ia tomar um banho. Algum tempo depois Eliane me chamou. “Pauloo... A Alexandra vai entrar no banho com você ta?”“Tudo bem princesa. Se quiser você pode entrar também”“Não, hoje à noite eu quero que você mostre pra ela que namorado maravilhoso eu tenho! Eu vou jogar game no seu PC!”“Você é quem sabe princesa! A porta vai ficar aberta.”Neste momento eu já estava nu no chuveiro e meu pau já começou a latejar. Ouvi a porta se abrindo e Alexandra entrou já de toalha, olhando para baixo. Saí do Box, fui até ela. Toquei seu queixo com as mãos e levantei seu olhar até o meu.“Alê... Você é muito lindinha sabia? Vem aqui comigo, não precisa ficar com medo... A gente não vai fazer nada até que você me diga que quer, não precisa ser hoje tá? O importante é que você só faça o que tem vontade...” – Enquanto passava esta conversa fiada, eu ia me aproximando de seu rosto. Alexandra instintivamente foi colocando seus braços em volta do meu corpo e abrindo levemente sua boca oferecendo-a para ser beijada. Encostei meu nariz com o dela e passei a língua nos seus lábios entreabertos. Que beijo maravilhoso! Eliane tinha uma língua mais recatada, meio tímida até... Já a Alexandra era uma devoradora de línguas, daquelas que sugam com força e exploram sua boca. Confesso que o aparelho nos dentes sempre me deu um pouco de receio neste tipo de beijo, mas eu acho lindo uma garotinha novinha com aparelhinho nos dentes por isso adorei mesmo assim.Segurei sua cabeça levemente com as duas mãos e ficamos nos beijando por um bom tempo, não queria ter pressa e deixar a garota ainda mais insegura. Escorreguei uma das mãos, deslizei pelas suas costas e com nossos movimentos sua toalha foi ao chão. Eu tentava ser o mais delicado possível, estava ainda nas costas, nem havia chegado à bundinha quando ela desce uma das mãos e segura meu cacete. Opa! Esta é mais espertinha – pensei comigo.Depois que ela quebrou o gelo por nós dois ficou mais fácil. Agarrei suas nádegas com as duas mãos, deslizei uma delas para frente e toquei sua xavasquinha... Que delícia. Apesar de serem da mesma idade, ao contrário de Eliane ela já tinha um tufo gostoso de pêlos, bem encaracoladinhos. Já sua rachinha era como a de minha namoradinha, bem pequena e com os pequenos lábios também bem pequeninos, guardados dentro dos grandes lábios. Ela estava bem molhadinha, mas percebi que seus líquidos eram menos exagerados que os de Eliane, que parecia uma fonte de líquido viscoso.Abaixei minha cabeça e abocanhei seus seios. Eram já formadinhos, só que com os biquinhos ainda pequenos e as auréolas meio inchadinhas, típico das pré-adolescentes. Fiquei revezando aqueles peitinhos, mamando como se eles estivessem me dando algum alimento; com sede, mas com suavidade.Como eu era significativamente mais alto que ela, ficava difícil dela segurar meu pau eu estando meio arcado para chupar seus mamilos e sinceramente estava me dando dor nas costas de ficar com o corpo meio abaixado. Esta maldita dor acabou meio que cortando meu clima, aproveitei então para me levantar e segurar seu rostinho com as duas mãos novamente.“Ale, eu te acho linda, seu corpo é o corpo mais maravilhoso que já vi...”“Mais que o da Eliane?” – Cacete! O duro dessas menininhas é que elas não sabem o que NÃO deveria ser dito nestas horas.“O corpo da Eliane é o corpo que eu mais adoro... Mas o seu com certeza é o mais lindo” – Tá, a resposta foi ruim, mas quem sabe ela aprende a ficar quieta da próxima vez. Engraçado que ela pela primeira vez sorriu, mostrando seu aparelho cor-de-rosa. Naquele instante percebi que o elogio foi muito bem recebido e vi que seria uma boa tática de sedução com a Alexandra. Normalmente é uma boa tática com qualquer mulher.“Você sabe uma coisa que você tem e a Eliane não, e que eu adoro?”“O que?”“Aparelhinho nos dentes... Ficam lindos em você... Apesar de você já ser toda lindinha...”Ela sorriu sem graça, passando a língua no aparelho dos dentes superiores.“Vem cá minha linda, vamos tomar um banho! Não vamos ter pressa de nada. Lembre-se que esta noite inteira é só sua. Só vamos fazer o que você estiver totalmente à vontade para fazer...” – Beijei sua boca carinhosamente e a trouxe pelo braço até dentro do Box.Posicionei-a embaixo do chuveiro e a água escorria pelos seus cabelos. Ela enxugou o rosto com as mãos e me olhou séria.“Nossa Ale... Você é linda demais mesmo... Parece uma anjinha!”De novo ela sorriu sem graça... Não elogiei mais seu corpo pois tinha medo que ela ficasse muito sem graça a ponto de ficar envergonhada.“Quero te fazer muito feliz esta noite... Vou fazer só o que você quiser fazer, e terminar a noite bem felizes juntinhos...” – Neste momento ela cortou minhas palavras.“Paulo, não precisa dizer estas coisas... Você sabe o que eu quero. Eu não vou mudar de idéia, ainda mais agora que percebi que tudo que a Li diz ainda é pouco perto de quem você é... Eu-quero-tudo... tudo... tudo...” – E de novo me beijou; desta vez ainda mais quente, já me abraçando com uma mão e segurando meu pau com a outra. Ao mesmo tempo já levei minha mão à sua bocetinha e ficamos ofegantes instantaneamente. Ela parou de me beijar e começou a gemer, soltando vários “ahs” pausadinhos com a respiração. De repente um “AAAAHHHHHHHHMMMMMM” fechando as pernas com força e eu vi que não era somente seu beijo que era intenso... Ela ficou assim um tempinho, com as coxas apertadas, apoiada no meu peito e dando umas tremidinhas rapidinhas... Eu a abraçava suavemente, mas na verdade estava pensando comigo que diabos de gozo era aquele que eu nunca tinha visto.Passado as tremidinhas ela levantou sua cabeça com seu corpo ainda apoiado no meu e olhou para mim. “Noooooossaaa....Que foi isso!” - disse tentando tomar fôlego... Que foi isso eu que pergunto... Pensei que ela ia ter um tréco quando começou com as tremidinhas. Sorte dela que não tínhamos a mesma idade, por isso a poupei deste comentário.“Você é maravilhosa Ale...” – Só falei isso, andava muito ruim com comentários ultimamente.Terminamos nosso banho sempre nos acariciando e dando vários beijos entre as ensaboadas. Enxugamos-nos, ela enrolou a toalha na cabeça e eu fui atrás dela conduzindo-a pelos ombros até o quarto. Ao passar pela porta do escritório que estava aberta ela segurou rapidamente no batente e olhou para Eliane sorrindo e erguendo as sobrancelhas.“Já?” – Perguntou Eliane rindo.“Calma né! Ainda não!” – Respondeu ela também rindo. “Mas ooolha...” – E olhou para mim fazendo aquele movimento com a cabeça para cima e para baixo com o lábio inferior para fora, como quem diz ‘puxa vida heim!!!’. Não agüentei e começamos os três a rir bastante.“Vai pra lá logo sua boba! O bom vem agora!” – Disse Eliane entre as risadas. Sorrindo largamente e abrindo bem os olhos Alexandra segurou minhas duas mãos e saiu de costas me puxando “Vamos, vamos, vamos!” Eu somente ria e me deixei ser levado, dando uma piscadinha para Eliane que gargalhava em frente ao computador; ela retribuiu mandando um beijinho e parecia realmente não estar sentindo nenhum ciúme com a situação.Muito, mas muito mais desinibida, Alexandra caiu na cama de costas e me puxou sobre ela. “Não ouse sair desta posição sem tirar minha virgindade!” – ela ainda estava sobre efeito dos risos. Beijei sua boca e olhei dentro dos seus olhos.“Deixa só eu sentir o seu gosto um pouquinho?”“Oookeeey... Se você insiste!” – Disse sorrindo e virando os olhinhos para cima. Alexandra era cheia de expressões faciais e isto mostrava o seu lado garotinha apesar do corpo quase formado. Este jeito moleca me deixou bem descontraído, imaginava antes daquela noite que seria uma situação estranha, mas não estava sendo nem um pouco.Escorreguei de uma só vez para baixo e caí direto de boca em sua xoxotinha virgem. Também com ela fiz questão de beber todo o líquido escorregadio que vazava de sua bocetinha. Engoli cada gota que saia de suas entranhas, chupava para ter certeza de saborear tudo e enfiava a língua o mais fundo possível para sentir aquele gosto.Segurei suas pernas e as ergui para poder lamber o seu cuzinho. Visivelmente ela não tinha ido à piscina desde que seus pêlos se tornaram mais espessos, pois ela estava bem peludinha na virilha e até no cuzinho. Não curto muito mulheres desleixadas, mas saber que aqueles pelinhos haviam acabado de nascer me deixou com uma sensação diferente, não de desleixo mas sim de inexperiência em tratá-los, o que aumentou minha vontade de lambê-los todos.Quando viu que concentrei minha atenção em seu cuzinho, Alexandra se virou de e ficou de quatro para facilitar minha degustação. Definitivamente ela era bem mais solta na cama que Eliane. Fiquei muito tempo lambendo seu furinho, vendo que ela estava adorando. Ainda de quatro, ela encostou a cabeça na cama, ficando ainda mais empinada e levou uma de suas mãos até a xoxota para se masturbar. Percebi que ela pedia uma sodomia, mas tinha que excitá-la muito antes, então coloquei um dedo em seu cú e comecei a penetrá-lo devagar. Os gemidos agora eram ainda mais altos que no banho, ela se masturbava violentamente enquanto eu tentava colocar o segundo dedo. Vi pela contorção que ela sentiu bastante dor e preferi voltar a dar atenção para sua bocetinha por enquanto.Assim que voltei a lamber seus líquidos vaginais novamente ela mudou de posição. Deitou-se de costas na cama e afastou as pernas.Olhei para seus olhos, ela fez cara de séria com a boca entreaberta. Seus lábios mexeram sem soltar nenhum som dizendo ‘VEM’...Fui subindo meu corpo sobre o dela, sem pararmos de nos encarar um só segundo. Coloquei meu membro em posição e colei meu corpo ao dela. Fui forçando devagarinho seu hímem quando ela virou um pouco a cabeça para sussurrar no meu ouvido:“Entra em mim de uma vez só, com força!” – Ao mesmo tempo cravou suas unhas em minha bunda e me puxou, no mesmo embalo fui violentamente para dentro dela, inteiro, doeu até pra mim. “AAAAAAAAAAIIIII” – Gritou realmente alto. Enquanto respirava rapidamente e cerrava os olhos com força, ficamos imóveis, mas ela ainda me segurando com força dentro dela. Para mim, em cinco segundos a dor no pau já havia passado, mas suas unhas estavam realmente cravadas em minhas nádegas por isso acho que estávamos os dois com cara de dor. Para piorar ela foi arrastando suas unhas para fora do meu traseiro, mas sem diminuir a pressão, arranhando realmente doído pra caralho. Sua respiração foi ficando mais relaxada e ela começou a ter os tremeliques dela, vi que apesar da dor ela devia ter gozado. Ainda parado dentro dela ela abriu os olhos e fez carinha de triste. “Seu ruim! Você me machucô!!!” disse fazendo voz de criancinha. Antes que eu dissesse qualquer coisa sua feição mudou para um sorriso malicioso. Retribuí o sorriso malicioso e comecei a me mexer devagar dentro dela.Bem aos poucos fui aumentando o ritmo, acelerando progressivamente. Quando a velocidade ficou boa daí nem estava mais preocupado se estava doendo para ela ou não, é difícil raciocinar neste momento. Novamente ela grudou suas unhas em mim, agora em minhas costas, arranhava puxando com força e comecei a devolver esta força em estocadas em sua xoxotinha.Eu fiquei realmente louco, passei meus braços por baixo dos dela e segurei seus ombros, puxando-a violentamente para o meu cacete. A cama fazia tanto barulho quanto os gritos de Alexandra, ela começou a cravar as unhas com ainda mais forças e vi que ela estava chegando ao gozo, acelerei meus movimentos para chegar ao meu também. Ela deu aquele grito forte, logo em seguida foi minha vez, gritei também e forcei meu pau o mais fundo que poderia chegar. Inundei o útero dela com meu esperma. Enquanto eu diminuía os movimentos, sentia suas tremidinhas, que desta vez foram maravilhosas, pois sua boceta parecia se contrair a cada uma delas. Parecia que sua xoxota estava espremendo meu pinto para deixar o máximo de porra dentro dela.Deitei-me ao lado dela, ela se aninhou no meu braço e me abraçou. Ficamos os dois quietos tentando somente respirar. Ficamos assim uns 3 minutos, abraçadinhos e quietinhos recuperando o fôlego, quando Eliane acendeu a luz e entrou no quarto com dois copos de água.“Caramba! Olha onde tá a cama!” – Era uma cama pesada e mesmo assim andou mais de um metro. “E o Paulo disse que me achava animadinha demais!” dizia Eliane enquanto sentava na beira da cama entregando um copo para cada um de nós. Seguiu-se uma conversa divertida:Ale: “Ai Liiii, O Paulo me machucou toda! To toda ardida!” – Fazendo uma voz chorosa, mas sorrindo.Li: “Eeee Paulo! Tadinha! Olha a cara de triste dela! Não gostou nem um pouco pelo jeito... Tá só dente!” – Passando a mão na cabeça de Alexandra e rindo bastante.Eu: “Pô! E eu?” – Me virei e mostrei minhas costas. Vi que realmente ficaram marcas fortes, mas as da minha bunda estavam até sangrando.Li: “Cacete Ale! Você é o Wolwerine?”Ale: “Meu Deeeus! Desculpa Paulo, noooossa!!!”Eu: “Tudo bem, mas você ta machucada mesmo? Tá ardendo muito?”Ale: “Pior que ta viu... Nooossaaa, mas foi mu-i-to boooom!!!!” – Disse me abraçando e me dando um selinho. Eliane sentou-se no meu colo e me deu outro selinho me agradecendo. Era o céu estar ali com duas pré-adolescentes abraçadinhas em mim.Li: “Pensei que íamos brincar todos juntos um pouco depois, mas vocês se acabaram!!!”Caímos todos na risada e continuamos conversando, realmente a gente estava acabado demais e não daria pra rolar mais nada. Eliane confessou que já tinha se satisfeito também, pois se masturbou espiando a gente no quarto. Ela veio ver se estava tudo bem quando Alexandra deu aquele grito no momento que perdeu o cabaço.Li: “Po, fiquei lá me acabando sozinha e vocês nem me viram! Cara, quando você gritou pensei que o Paulo tinha te esfaqueado!”O resto da madrugada foi muito divertido, rimos bastante contamos várias histórias e confesso que foi tão bom quanto se tivéssemos passado a noite inteira transando. Ainda tínhamos o domingo inteiro pela frente, não só o domingo, eu particularmente ainda tinha pela frente 3 semanas de loucura e 2 coleguinhas cabacinhas...Fim do capitulo 3Obrigado para os poucos que lêem e votam depois da leitura, ainda mais agradecido aos que comentam e mandam e-mails (Agradecimentos especiais para a Tatiana). São vocês poucos que me animam a continuar perdendo tempo para escrever estes contos tão longos! (To cansando já, pra ser sincero).


descabacando as coleguinhas - capitulo 4


*Para quem ainda não leu nenhum dos capítulos anteriores recomendo que procurem por eles para que entendam o desenrolar da história. Para todos que quiserem redistribuir este texto, só peço que sejam mantidos os créditos psy1910@gmail.com e o site de que foi copiado. Espero que gostem....................................................Acordei ao meio-dia de domingo, as garotas ainda dormiam porque fomos dormir com o dia amanhecendo. Fui até a farmácia para comprar algo para passar em minha bunda que estava toda arranhada e ardida. Meu irmão é farmacêutico, e achei melhor jogar franco com ele. Digo 50% franco, não queria ouvir sermões nem dividir minhas garotinhas.“Pô cara, quando a Márcia volta? Esses arranhões tão com cara que vão deixar marcas...” – Disse meu irmão preocupado com minha relação, mas despreocupado com a minha traição.“Ela vai ficar um mês fora... Será que vai ficar marcado mesmo?”“Pior heim... Torça pra que não...” – Respondeu gargalhando.“Rapaz!” – Eu falei pegando o meu remédio - “Eu meio que maltratei a mulher que me arranhou também... Tem algo ae pra passar na boceta dela? Ela disse que tava ardendo muito... Deve ter machucado bastante!”Ele se acabou de rir e pediu que eu contasse a história com detalhes assim que tivéssemos tempo. Deu-me uma pomada com aplicador e me aconselhou a dar uma folga de pelo menos 3 dias para a garota.Voltei para casa e elas tinham acordado, estavam ajeitando a casa. Dei o remédio para Alexandra e já avisei que durante 3 dias no mínimo não poderíamos repetir a dose. Eliane foi ao quarto comigo para me ajudar a passar o remédio em meu traseiro.Deitei na cama deitado de bruços, Eliane começou a passar a pomada e começou a fazer uns movimentos com as mãos claramente com segundas intenções. Enfiava seus dedos entre as nádegas e pressionava meu cú com o dedo. Virei de barriga para cima já com o membro em riste, Ela, ainda de baby-doll só puxou sua calcinha para o lado liberando sua xoxotinha e subiu em cima de mim. Começou a cavalgar, era a posição preferida dela. Alexandra ouviu nossos gemidos e apareceu na porta.Ale: “Oooo... Sacanagem! Só porque tô ardida vão ficar aí me fazendo passar vontade!”Li sem parar de se movimentar e rindo da amiga: “Cara, o namorado é meu, eu que não posso passar vontade! Culpa sua que é violenta demais!” – Sem parar de cavalgar e respirando ofegante Eliane continuou falando: “Se fosse mais calminha como eu fui, teríamos ficado transando direto, como eu fiquei na minha vez” – Mostrou a língua para a amiga e voltou a se concentrar no nosso prazer.Alexandra que estava somente com uma camiseta minha e sem calcinhas sentou na cama com o creme vaginal nas mãos. Ergueu uma das pernas e olhou para nós: “Ow! Como eu faço pra passar este negócio?”Li: “Ah Xandra, vai se ferrá né! Deixa a gente em paz dez minutinhos!” – apesar da advertência deu um sorriso sem parar de se movimentar em meu cacete.Ale: “Ói! Pôco massa! Vem com uma injeção pra enfiar o creme lá dentro!” – Nós rimos e Eliane não parava de me fuder. Como ela ficava sempre extremamente encharcada, começou a fazer aquele barulho tipo ‘Plosh! Plosh!’. Alexandra, lógico, não deixou barato: “Ãn, ãn, ãn... Você passou creme também é?” Eliane sorriu, mas não respondeu mais. Fechou seus olhinhos e aumentou o ritmo, Eu segurei sua cintura ajudando seus movimentos e ela gozou gemendo de boca fechada. Eu como sempre, ejaculei tudo dentro dela e puxei seu corpo para que deitasse em meu peito. Ficamos os dois ofegantes com os rostos colados e olhando para Alexandra. Ela enchia o tubo aplicador com o creme e nem ligava para nossa transa.Ale: “Uhuuu... Poco do creme que entra aqui! Não sou uma caverna nem nada pra caber tudo isto!” – Disse rindo e olhando meio vesga para o tubo.Eu: “Você não precisava encher tudo né! Aliás, no seu caso acho que dava pra passar com o dedo mesmo”Li: “Mas é uma Tchonga mesmo! Se enfiar tudo isso vai ficar escorrendo até semana que vem!”Ale: “Ouurrr... É que tá ardendo bastante; pensei que tinha que passar bastante... Já você não deve arder nunca, pois parece que mija quando tá dando!”Eliane levantou-se de cima de mim e saiu tentando dar socos em Alexandra que fugiu pulando do quarto. As duas riam e eu gargalhava sozinho deitado. Há muito tempo eu não passava momentos tão divertidos na minha vida.Saí do quarto e na sala Alexandra estava com as pernas abertas enquanto Eliane segurava o aplicador cheio para colocar na amiga. As duas ficavam falando abobrinhas e se matavam de rir da situação. Fiquei encostado na parede vendo as duas ninfetas brincando, claramente não estavam excitadas, estavam se divertindo mesmo. Por fim Alexandra tomou o aplicador das mãos de Eliane e se trancou no quarto para aplicar o creme.“Li, que tal você chamar a Bianca e a Claudinha para passearmos todos juntos?” – Eu disse para Eliane. Para ser sincero só gostaria de ter um pouco mais de contato com as garotas, antes que chegasse o dia delas.“Legal! Vou ligar pra elas!” – Eliane correu ao telefone.Não demorou muito e Alexandra saiu do quarto, com o creme escorrendo pelas partes internas das pernas, chegando quase ao chão. “Eecaaaa!!! Olha Li, sou melecona igual você!”. Alexandra era realmente um barato, tento relatar, mas as caretas dela eram indescritíveis.Saímos de casa, pegamos as garotas e fomos até um pesque-pague. O local foi idéia delas, parece que já tinham ido todas juntas com os pais de uma delas. No carro notei que Bianca era a mais quietinha e tímida das quatro, também era a mais pequenina e franzina. Era japonesinha, tinha os cabelos levemente tingidos de acaju, na altura dos ombros. Parecia uma bonequinha oriental e estava de camisetinha. Reparando, não havia nem sinal de peitinhos ainda, visivelmente era a menos desenvolvida e aquela que ia mais ‘na onda’ das colegas.Já Claudinha era menos magrela que Eliane, mas não chegava a ser gordinha, era moreninha de sol e tinha os olhos verdes. Seus cabelos eram ondulados até as costas e pareciam descoloridos de tanto cloro de piscina. Sem dúvida tinha a beleza mais exótica das meninas. Os biquinhos pontudos de seus peitinhos marcavam sua blusa de alcinha, a marquinha de biquíni aparecia nos seus ombros. Tinha a mesma altura da Eliane, cerca de 1,50m e tinha um rosto redondinho que faziam covinhas profundas quando sorria. Parecia ser bem descontraída também, mas estas impressões de personalidade eu não tinha certeza se eram assim mesmo ou estavam diferentes porque eu estava presente.No caminho Alexandra e Eliane já conversavam abertamente sobre a noite anterior, Bianca e Claudinha riam, mas eu percebia que ainda se envergonhavam deste tipo de conversa com a minha presença.Alexandra no banco de trás comentava com as garotas: “Cara, o Paulo é legal, mas pôôô... Me rasgou no meio, cara! Tô só pomada na periquita!”Eliane: “Pára sua besta, vai deixar elas com medo!”Eu: “Pois é né Ale! Conta agora o que você fez comigo!”Alexandra: “Biiiicho... Eu sô mó animal! O lençol da cama ficou todo manchado de sangue da bunda do Paulo!”Eliane: “Sério gente, ela cortou ele todo!”Alexandra: “Mas eu não fiz xixi nele como você faz tá...”Claudinha: “Éca Li, você fez xixi nele?”Eliane: “A bunda desta idiota!”A conversa foi neste ritmo até chegarmos ao local. Lá continuamos brincando, consegui pegar mais intimidade com as outras garotas também, o que era meu real objetivo.Em um determinado momento ficamos sozinhos eu e a japinha Bianca, puxei assunto pois ela era a mais quietinha. Descobri que seus pais estavam no Japão trabalhando e ela morava com a irmã mais velha. Seu nome japonês era Tiemi; aliás, era assim que todos a chamavam; e ela iria passar o ano novo na casa dos avôs, a mais de 500 km de distância de onde morávamos. Meu interesse especial nela era que segundo Eliane ela seria a próxima ‘da lista’.Começou a escurecer e estávamos indo para casa. No carro, Alexandra continuava brincando e zoando todos, quando surgiu uma conversa de meu total interesse.Eliane: “Puts, daqui a uma semana é natal e eu tenho que ir pra aula ainda. Sô burra mesmo!”Ale: “Caaaara, é meesmo! Ixi, então sábado que vem não rola nada!”Claudinha: “Hei, mas daí no outro fim de semana a Tiemi vai viajar! Danô-se tudo!”Alê: “Xiii Paulo! Como vamos fazer?”Eu realmente ficava sem graça ainda de falar com a naturalidade delas sobre este assunto; marcando dias e seguindo ordem de nomes.“Olha garotas, vocês que precisam decidir estas coisas... Como eu disse pra Li, eu estou adorando tudo isso, mas quem manda são vocês...”Tiemi (Bianca): “Tsic... Ah... Deixa então, eu to meio com vergonha mesmo...” – Um uníssono “EEEEEEHHHH” reprovativo saiu das outras garotas.Ale: “Sabia que a japa ia dar pra trás, digo, sabia que a japa ia dar NADA!”Eli: “Aaahhh Tiemi, era nosso pacto né! E você não faz idéia do que vai perder!”Claudinha: “Olha, na virada do ano eu tô livre, ninguém comemora isto lá em casa. Só você vai pisar na bola!”E este foi o assunto durante toda a volta. Eliane pediu para ficar na casa de Alexandra junto com as colegas que ficariam todas lá. Provavelmente para discutir a coisa do ‘pacto’, como ficaria. Deixei todas lá e fui para casa, aproveitei para ligar para a Márcia e ficar mais tempo no telefone do que o habitual.Eliane chegou ás 23:00 em casa. Eu já estava cochilando de sono quando ela entrou usando uma cópia da chave que já ficava com ela. Deu-me um beijo molhado, e disse que precisávamos conversar.“Olha Paulo, depois de amanhã a Tiemi vem aqui, de manhã com a Claudinha. Eu e a Alexandra temos aula, mas elas não...”Eu: “Ah é? Convenceram-na afinal...”Eli: “Convencemos... Mas ela só topou de um jeito.”Eu: “Qual???”Eli: “Então... Ela vai tomar sonífero e você vai até o fim com ela dormindo. Você consegue remédio com seu irmão, não consegue?”Eu: “Conseguir eu consigo, mas isto não é certo! Ela sabe que vocês bolaram isto? Que idéia maluca! Se ela não quer, eu acho legal que ela espere!”Eli: “Ela sabe! Ela quer! Ela só ta sem coragem e inclusive achou muito boa esta idéia da Alexandra!”Eu: “Só podia ser idéia da Alexandra mesmo! Olha, eu não acho isso legal não...”Eli: “Aaahhh Paulooo... Por favooorr... A Tiemi vai ficar tão triste se você não topar! Eu disse que você toparia! Eu sei que só você toparia isto pela gente! Por favooorr!!!” – Caraca. Só me faltava esta. Fiquei em silêncio alguns segundos olhando atônito para o vazio... De repente esta idéia começou a me parecer interessante. Traçar um cabacinho com a menininha dormindo, era praticamente um estupro consentido. E eu não dava o braço a torcer, mas realmente estava louco pra comer aquela japinha pequenina. Mas Eliane continuou:“Sabe o que mais? Apesar de saber que dói, eu e a Alexandra vamos deixar você colocar no bumbum se você topar... Isto não é parte do pacto, vai ser um presente se você aceitar...”Meu pau respondeu por mim. Ele estava levantando só de pensar na Japinha dormindo, mas com esta frase ele praticamente pulou em minha cueca. ”Olha o que você fez...” – falei apontando com a cabeça para o volume em meu short.“Hum... que bom... Isto quer dizer sim?” – Disse se alisando em meu corpo sensualmente. Eu sorri e fiz sinal de positivo com a cabeça. Fomos para o quarto para terminar a noite do jeito que sempre fazíamos.No dia seguinte voltei à farmácia, meu irmão me arranjou o sonífero, um K-Y (gelzinho lubrificante a base de água, para quem não conhece) e uma pomada anestésica. Claro que com este kit todo tive que inventar uma boooa história pra ele. Em troca de minha promessa de contar tudo que rolaria depois, ele me deu um kit completo com tudo isso mais camisinhas, comprimidos estimulantes, e até Viagra.Chegou a terça-feira. Acordei cedo, me despedi de Eliane que ia para a escola, tomei um banho e fui cumprir outro pedido de minha namoradinha. Peguei minha câmera de filmar, posicionei na cômoda em frente à cama, ajustei seu foco e enquadrei o leito, deixei o modo infra-vermelho para automático, tudo para registrar o momento para que a própria Tiemi pudesse assistir depois. A campainha tocou lá pelas 10:00. Claudinha entrou sorridente e Tiemi entrou mais quietinha. Claudinha perguntou se ela poderia ficar também, eu disse que até preferia para que Tiemi ficasse mais calma. Sentei do lado da japonezinha e abracei-a com um braço.Falei passando a mão em seus cabelos: “Tiemi... É assim mesmo que você quer? Jura que não vai se arrepender?”Tiemi: “Não. Não vou me arrepender!” E me fitou sorrindo. Segurei no seu queixo e lhe dei um beijo, totalmente correspondido. Ficamos nos beijando por um bom tempo, eu sabia que tinha que quebrar pelo menos o gelo inicial. Claudinha sentou do meu outro lado, eu estava meio de costas pra ela. Dei uma olhadinha pra trás e notei que ela me encarava com desejo. Virei-me um pouco e beijei-a também. Peguei nas mãos das duas e as levei para o quarto. Sentei e puxei Tiemi para meu colo, Claudinha sentou-se bem juntinho de nós abraçando minha barriga. Beijei várias vezes as duas intercaladamente. Perguntei á Tiemi:“Ainda prefere tomar o remédio?” – Ela fez com a cabeça que sim. Tirei-a do colo e fui para a cozinha preparar o remédio. Deixei a dose bem fraca, ela era muito pequenina e se acordasse não seria nada muito grave. Quando voltei, ela me esperava nua debaixo da colcha. Claudinha estava vestida, abraçada com ela. As duas falavam baixinho e sorriam, notei que realmente ela não estava fazendo nada forçada. Ao entrar no quarto desta vez, fui até a câmera, antes de apertar o REC olhei para as duas, Claudinha olhou para Tiemi e esta fez sinal de sim com a cabeça, para depois esconder o rosto com as duas mãos num gesto de vergonha. Dei o copo para Tiemi ela deixou em cima do suporte de cabeceira da cama. “A gente pode ficar mais um pouquinho antes?” – Sorri e entrei embaixo da colcha com ela. “A gente pode ficar o tempo que você quiser...” respondi abraçando-a.Claudinha deu uma piscadinha para nós e foi para a sala. Eu comecei a beijar Tiemi, ela tinha o rostinho bem pequeno, e uma boquinha suave e pequena também. Os beijos foram ficando mais fogosos, enquanto eu tirava minhas roupas entre os amassos. Meu quarto permanece bastante escuro mesmo de dia, e Tiemi não se importou quando a colcha foi escorregando para baixo. Seu corpinho era um sonho. Totalmente sem pêlos, pequeno, franzino. Tinha o osso da cintura bem definido por ser muito magrinha, até suas costelas eram suavemente aparentes. Não esboçava sem sinal de seios, somente um biquinho levemente destacado e de cor escura, contrastando com sua pele.Apesar disso perdi um bom tempo lambendo aqueles biquinhos minúsculos. Ela tinha voz de criança e seus gemidinhos pareciam um cachorrinho chorando. Quando tentei descer mais minha cabeça ela me segurou e se sentou. Pegou o copo com o remédio e o bebeu todo em uma golada. Depois se ajeitou no travesseiro me olhando, como se me pedisse para que esperasse até que o remédio fizesse efeito. Fiquei a olhando e fazendo um cafuné.“Você vai cuidar bem de mim quando eu estiver dormindo?” – falou bem baixinho.Eu: “Vou te tratar com o maior carinho possível...”Tiemi: “Me desculpa eu ser covarde?”Eu: “Não tem nada pra desculpar... Só pra agradecer por confiar tanto em mim...”Tiemi: “Promete que vai até o final...” – já começando a piscar com dificuldade.Eu: “Prometo. Até o final.”Deu um sorriso e fechou de vez os olhinhos puxados.Nesta hora fiquei meio sem ação, olhando aquela menininha dormindo. Seu corpo de anjinho era ternura em todos os detalhes. Confesso que estava perdendo a coragem.Passado uns instantes Claudinha entrou no quarto sussurrando. “Ela dormiu?”Eu: “Acabou de dormir... acho que é melhor esperar um pouquinho.”Claudinha sentou-se do outro lado de Tiemi e ficou olhando a amiga dormir com cara de riso. Depois me olhou erguendo os olhos, e me deu uma piscadinha. Estiquei meu corpo por cima de Tiemi e beijei Claudinha. Ela segurou minha cabeça e começou a passar a mão em meu peito. Ela estava vestindo blusinha e shorts, em um só movimento ergui sua blusa e comecei a lamber seus peitinhos. Tinham o mesmo tamanho dos peitinhos de Eliane, muito pequeninos e bem bicudinhos. Nós dois estávamos de joelhos nos equilibrando para não apoiar sobre Tiemi dormindo no meio. Claudinha se afastou da minha boca, eu recuei. Ela abaixou-se e começou a lamber o peitinho de Tiemi.Aquilo me deixou doido. Pulei por cima de Tiemi, joguei Claudinha na cama e arranquei suas roupas. Claudinha tinha as marquinhas de biquíni bem desenhadas no corpo, sua bocetinha tinha os pelinhos começando a ficar espessos somente bem em volta dos grandes lábios. Seus pequenos lábios já eram proeminentes, diferente de todas suas amigas. Abocanhei sua xoxotinha de uma vez só, ela estava encharcada de tesão e puxava meus cabelos, enquanto rebolava com força, se contorcia erguendo os quadris da cama apoiando seus dois pés para trás. Rapidamente acabou gozando em minha boca.Passados alguns segundos, desvencilhou-se de mim e sentou-se ao lado de Tiemi. Colocou o dedo em sua rachinha peladinha, deu uma mexidinha e levou o dedo até a boca. Olhou para mim, e ficou chupando o dedo, como se estivesse adorando o gosto. Tentei ir pra cima dela de novo, e ela me afastou novamente. Desgraçada, não sei se tinha combinado aquilo com as outras, mas eu estava fora de mim, ao contrário das primeiras vezes com Eliane e Alexandra, eu não conseguia controlar meu tesão.Lembrei que Eliane havia contado que Claudinha já havia até ido a um motel, mas o cara não conseguiu arrancar seu cabaço. Pela sua desinibição estava claro que ela já tinha uma boa experiência na cama.Claudinha afastou as pernas da adormecida Tiemi e olhou para mim novamente. Fazia isto sempre abaixando a cabeça e olhando para cima fazendo carinha de sem-vergonha propositalmente. Passou de novo o dedo dentro da bocetinha da adormecida e desta vez esfregou na boca da própria Tiemi. Eu olhava meio sem ação, já me masturbando vagarosamente de tanto tesão.Tornou a colocar o dedo na bocetinha de Tiemi, mas desta vez fez com dois dedos fazendo um movimento como se estivesse recolhendo o caldo daquela xoxotinha, depois trouxe seus dedos até minha boca. Chupei seus dedos e decidi que bastava, o dono da situação deveria ser eu.Peguei meu cacete e comecei a esfregar nos lábios da japonesinha adormecida, puxei seu queixo com o polegar e coloquei meu pau dentro de sua boca. Agora era Claudinha que ficava só olhando e tocando uma siririca. Esfreguei meu pau na cara de Tiemi, abaixei a cabeça e enfiei a língua dentro da xoxota carequinha da japinha. Ergui as duas pernas da japonesinha e chupei toda aquela bocetinha pequenina. Tiemi estava em um sono profundo, não demonstrava nenhuma reação. Ajeitei-me sobre seu corpinho e lambi seu rosto inteiro, comecei a esfregar meu caralho naquela bocetinha minúscula. Claudinha se masturbava e ficava assistindo, parece que tinha desistido de me atentar tamanho tesão que estava de me ver abusando de sua amiga desfalecida.Apontei para o K-Y que estava ao lado da cama, Claudinha me passou o tubo e voltou á posição de expectadora. Passei bastante lubrificante na xoxotinha de Tiemi, e melequei todo meu pau. Ergui suas pernas na posição de ‘frango assado’ e comecei a penetrá-la devagar.Apesar de estar explodindo de tesão eu não queria machucar muito aquela bonequinha oriental, fui entrando bem devagar, dando pequenas pressionadas. Ela era extremamente apertada, não sei se por estar dormindo ou por ser pequenina mesmo. Após a entrada da glande tive que fazer bastante força.Tirei um pouco e dei uma estocada um pouco mais forte, e meu pau entrou até a metade. Dei mais algumas estocadinhas, sem penetrar mais profundamente, retirei o meu pau e ele estava sujo de sangue do cabacinho estourado. Nesta hora peguei a cabeça de Claudinha que se aproximou para ver a penetração e forcei para que ela me chupasse. Ela não teve nem tempo de reagir e enfiei meu pau sujo de sangue em sua boca. Ela chupou e segurou meu pau, já sabia como masturbá-lo com as mãos enquanto me chupava. Ergueu a cabeça lambendo os beiços e de novo fazendo aquela carinha de safada. Voltei a enfiar meu pau dentro da bocetinha de Tiemi e desta vez fui forçando até me enterrar inteiro dentro dela. Claudinha se masturbava e olhava para a cena, Tiemi totalmente desfalecida, sem demonstrar nenhuma reação enquanto eu abusava de seu corpinho.Comecei a me movimentar um pouco mais rápido, violentando a japonezinha com vontade. Claudinha tinha espasmos seguidos, demonstrando estar gozando seguidamente. Levantei o corpinho de Tiemi, ela era levinha o suficiente para que eu fizesse isto sem muito esforço. Segurei sua cabecinha como se sustenta a cabeça de um bebezinho recém nascido, enquanto meu pau continuava a violar sua xoxotinha por baixo. Senti meu gozo se aproximar, deitei o corpo de Tiemi me jogando em cima dele, apoiando o peso do meu corpo em meus cotovelos. Dei um urro alto e esporrei todo meu esperma dentro de Tiemi, prendendo meu pau para que meu gozo penetrasse até os espaços mais profundos do aparelho reprodutivo da garotinha.Olhei para Claudinha que estava de joelhos ao meu lado e ela também se jogou no colchão de uma vez só simulando um desmaio. Saí de cima do corpo da Tiemi e me deitei ao seu lado. Claudinha deitou-se do outro lado, arrumou o cabelo da amiga, penteando-os para trás da orelha. “Japinha boboca! Eu sei o quanto deve estar feliz agora!” – disse com voz carinhosa dando-lhe um beijinho na bochecha em seguida. Ficamos os dois olhando para Tiemi dormir, um de cada lado.Claudinha: “Como é linda esta japonesinha né?” – ainda mexendo em seus cabelos carinhosamente.Eu: “Vocês todas são lindas demais. Eu não mereço tudo isso.”Claudinha se esticou por cima da amiga para me dar selinho.Fim do capítulo 4O próximo capítulo é o encerramento da série. Agradeço novamente a todos que votam após a leitura, é um gesto simples que consegue me demonstrar se este estilo de conto mais elaborado possui ou não apreciadores. Por favor, se curtiu, vote!Obrigadão pelos comentários colegas! Me incentivou a terminar a história; já terminei, amanhã eu posto.

descabacando as coleguinhas - capitulo 5 FINAL

*Para quem ainda não leu nenhum dos capítulos anteriores recomendo que procurem por eles para que entendam o desenrolar da história. Para todos que quiserem redistribuir este texto, só peço que sejam mantidos os créditos psy1910@gmail.com e o site de que foi copiado. Espero que gostem...........................................................Claudinha continuava fazendo cafuné em Tiemi que tinha o rosto sereno e parecia dormir bem tranqüila. Eu olhava as duas naquele momento de ternura e sorria apreciando o momento. Claudinha dava beijinhos esporádicos no rostinho da amiga adormecida. Certo momento beijou os lábios da colega. Primeiro um selinho. Outro. Logo estava beijando os lábios da amiga, passando a língua suavemente nos lábios, hora forçando a língua e lambendo os dentinhos cerrados da amiga.Eu estava gostando do espetáculo, com as mãos segurei o maxilar de Tiemi e forcei-o para baixo, abrindo a boca da menina. Claudinha beijou-a abrindo bem a boca e colando seus lábios no da amiga, enfiando a língua dentro da boca da garota adormecida. Começou a ficar claramente excitada e beijar com mais fervor, pedi que tivesse cuidado para não sufocar Tieminha.Claudinha estava claramente excitada novamente, lambia todo o rosto da amiga, corria a língua enfiando-a na boca, nas narinas e nas orelhas. Repeti o gesto que ela tinha feito comigo, passei meu dedo na bocetinha de Tiemi, recolhendo meu esperma que já escorria até o colchão e o levei até a boca de Claudinha. Ela deu um sorriso e chupou meus dedos, depois foi se posicionando entre as pernas da amiga.Ajudei abrindo as coxas de Tiemi e erguendo suas pernas da cama. Claudinha começou a chupar e recolher com a língua todo meu esperma com um pouco de sangue que escorria das pequenas entranhas da japonesinha. Depois olhou para mim fazendo uma cara sensual, abriu sua boca para me mostrar a gósma em sua boca e engoliu me encarando.Claudinha: “É assim que você gosta né... Que engula tudinho...” – Eliane devia compartilhar com as amigas todos os detalhes sórdidos de nossas transas. -“Vou lamber ela todinha pra você ficar assistindo... Vou engolir tudo, como você gosta...” – Abaixou a cabeça e enfiou a língua em Tiemi, lambendo e bebendo sua xoxotinha melecada. Eu assistia com cara de êxtase ainda segurando as perninhas de Tiemi para o ar. Claudinha sugava fazendo biquinho, como se estivesse querendo puxar o útero da colega para sua boca. Toda vez que juntava um pouco do esperma sugado de dentro da bocetinha da colega, me mostrava a língua carregada para depois engolir, lambendo os lábios na seqüência.Ela parou e veio para o meu lado, soltei as pernas de Tiemi e deitei, ela veio direto para o meu sexo, chupando com muito mais experiência do que tinha a Eliane. Quando comecei a estremecer chegando ao meu ápice ela parou e se arrastou sobre meu corpo.Claudinha: “Não quero que goze na minha boca hoje... Você gozou dentro de todas, vai gozar dentro de mim também...”Ela se posicionou em cima de mim, segurei meu pau e coloquei na entradinha de sua xoxotinha. Aos poucos ela foi se abaixando e forçando seu cabacinho em meu pau. Fez cara de dor e se levantou um pouco, desta vez foi minha vez de esquentar o clima com palavras.Eu: “Vai desistir? Se relaxar e deixar eu entrar dentro de você vou inundar sua bocetinha de gozo... Como inundei todas suas amigas...” – Ela pareceu gostar de me ouvir falar sacanagens das suas amigas. Continuei enquanto ela ia relaxando e forçando seu hímem novamente contra meu cacete.“Meu pau entrou em todas suas amigas... Eu to doido pra enterrar ele dentro de você também...” – Ela fechou os olhos e rebolava pressionando seu quadril para baixo.“Você adorou lamber a bocetinha da Tiemi né... Eu quero gozar dentro de todas suas amigas e ver você lambendo elas...” – Seus olhinhos semi-serrados só exibiam a parte branca dos olhos.“Você vai adorar lamber a bocetinha da Eliane... Ela goza como se estivesse ejaculando. Vou adorar te ver bebendo o gozo dela... A xoxota da Alexandra é uma delícia... peluda, cheirosa... ela é grande mas sua bocetinha é toda delicadinha, uma delícia...” – Senti que a ela desceu macio, não senti resistência nenhuma de seu cabacinho. Ela estava bem relaxada e nem parecia estar sentindo dor ou ardência. Começou a subir e descer em meu pau, e eu continuei falando sacanagens sobre suas amigas.“Eu quero ver um dia vocês quatro se lambendo... Todas se comendo... Quero ficar só olhando você devorar as três. Você vai adorar lamber o corpo da Alexandra... Ela é uma delícia... Quando goza fica tremendo de tanto prazer... Quero ver a Tieminha retribuir a chupada que deu nela...” – Ela começou a rebolar mais rápido, suavemente. Vi que ela era do tipo bem quente, mas que gosta de fazer suave, bem ao contrário do estilo da Alexandra. Continuou assim, rápido, mas não com muita violência, respirando cada vez mais ofegante até que sem gritar ou gemer alto somente deu uma inspirada bem forte e soltou o ar como se estivesse se aliviando de tanto prazer. Mesmo gozando, não parou de se mexer, apenas diminuiu todo o ritmo.Respirando diferente, longamente tomando fôlego, olhou para mim e me deu um lindo sorriso. Sentei-me com ela no meu colo de frente pra mim, sem sair de dentro dela, os dois ainda se movimentando. Abracei suas costas e beijei sua boca.Eu: “Tá gostoso? Não to te machucando?”Claudinha: “Tá muito gostoso... É meio estranho, sinto como se você estivesse me revirando por dentro...” – Sorrimos juntos – “Olha, eu coloco a mão na barriga e sinto você aqui dentro... Dá pra sentir mesmo! É como se você estivesse mexendo minhas tripas sabe?” – Desta vez dei uma gargalhada e ela também riu.Eu: “Eu quero gozar tudo aí dentro... Deixar todo meu gozo aí, dentro da sua ‘barriga’...”Os sorrisos foram trocados pela expressão de prazer novamente. De novo começamos a acelerar nossos ritmos, seus olhinhos reviravam e ela mordia os lábios, fazendo aparecer suas covinhas no rosto bastante profundas.Claudinha: “Quero seu gozo em mim... Bem fundo dentro de mim... HUUUUUUMMMMM”Explodimos juntos em um gozo intenso. Ficamos abraçados com força, na mesma posição até a respiração normalizar um pouco. Olhei para ela e fiquei ajeitando seus cachinhos, todos despenteados a esta altura.Claudinha: “Podemos ficar assim pra sempre? Não quero que seu gozo escorra de mim.”Eu: “Bom, Dizem que por mais que escorra, meus espermatozóides ficam vivos dentro de você até dois dias...”Claudinha: “Sério? Então daqui a dois dias você coloca mais!” – Disse rindo dela mesma. Levantou-se devagar e voltou a deitar do lado de Tiemi: “Tieminha... Tieminha... Acorda Tieminha! To com saudades de você!” – Falou baixinho cutucando o ombro da colega.Deitei-me do outro lado de Tiemi novamente. Falei enquanto ajeitava sua cabecinha no travesseiro: “Tadinha! Quando assistir o filme da gravadora vai ficar com ódio da gente. A gente fica se mexendo e ela fica toda torta no colchão!”Claudinha: “É mesmo, tá bom de desligar esta câmera já né... Vamos ver como ficou?”Levantei-me do lado de Tiemi rindo, e desliguei a filmadora. Fui pegar uma bacia com água morna e paninhos. Voltei ao quarto, Claudinha ainda passava a mão na cabeça da Japonesinha adormecida. A cumplicidade e o afeto entre as meninas era realmente algo que eu admirava. Elas eram amigas acima até mesmo de qualquer sentimento, estava feliz por fazer parte do pacto mais importante das vidas delas até o momento.Comecei a limpar o corpinho de Tiemi com as toalhas umedecidas.Claudinha: “Ela ta cheirosinha tadinha! Não precisa dar banho!” – Disse tirando sarro de meu gesto.Eu: “Eu sei, tá cheirosinha mesmo. Mas é que vou passar uma pomadinha anestésica e cicatrizante nela para que acorde sem muito desconforto.”Claudinha levantou-se e deu a volta na cama, ajoelhando-se na cama atrás de mim e abraçando meu pescoço. “Você é muito legal com a gente sabia?” – disse beijando meu ombro, e continuou: “Você tem mais que o dobro da nossa idade... Sabe cuidar da gente.”Eu: “Estou adorando cuidar de vocês. É a melhor coisa que me aconteceu em minha vida toda!”Claudinha: “Aííí óóóó!!! Tá escorrendo tudo pra fora!” – Disse passando a mão na virilha limpando minha porra escorrida. Eu só sorri novamente, continuando a limpar Tieminha.Claudinha: “Paulo... Qual é seu verdadeiro lance com a Eliane? Tipo, você tem uma noiva, tem sua vida, tem esse lance da idade...”Cacete. Por esta pergunta eu realmente não esperava. Parei de passar o pano em Tiemi e me voltei para Claudinha:“Sabe que nem eu ainda sei qual é meu ‘lance’ com a Eliane? Ela nunca me cobrou se a gente vai continuar juntos, se é isso que ela quer... Agora depois de todo este lance do pacto de vocês ainda por cima... De tudo que a gente anda fazendo... Não sei nem o que ela quer na verdade, pra poder pensar no que EU tenho que decidir...”Claudinha: “Ah Pauloo! Deixa de ser burro né!” – Colocou as mãos na cintura, cerrando as sobrancelhas. – “Pô, nenhuma de nós somos biscates não! Essa loucura toda não foi planejada porque somos safadas e só faltava um cara! Tudo isto acabou acontecendo por sua causa!”Eu: “Por minha causa? Mas nada do que esta acontecendo foi minha idéia! E eu nunca disse que achava que vocês eram biscates!”Claudinha: “Mas parece! Como você acha que a Eliane falou para gente? Achei um cara ae, vamos dar pra ele???”Fiquei quieto. Não sabia realmente como tinha começado esta trama das meninas. Nunca tinha conversado isto com a Eliane, estava levando como um mês inconseqüente e achava que iria levando até ver no que dava simplesmente, sem ter que decidir nada por enquanto.Claudinha continuou: “Não foi deste jeito não! A Li disse: ‘Achei o homem da minha vida!’ e dizia coisas tão maravilhosas de você que todas nós nos apaixonamos!”Continuei quieto. Isto Eliane havia me falado, mas eu besta, só pensei nas transas, não nas responsabilidades. Maldita cabeça de baixo que controla a de cima. Claudinha continuou contando como tudo tinha começado:“A Eliane é quem deu a idéia! Ela ouvia nossos comentários dizendo que estávamos começando até a sentir ciúmes... inveja mesmo! Dae a Li falou: ‘Quer saber, vou provar mais que minha amizade, vou provar também o quanto ele é especial! Quero que vocês me ajudem a provar meu amor por ele!’ E sugeriu que todas fizéssemos um pacto de amizade e ela estaria te dando a maior prova de confiança e amor do mundo!”Booomm... A realidade caiu sobre mim, me achatando. No fim minha menininha não estava fazendo isto pelas amigas e sim por mim. Não era somente um pacto para que a amizade entre elas nunca acabasse, era um também um pacto comigo, para que nosso relacionamento nunca terminasse.Eu: “Desculpa Claudinha, ela nunca me contou tudo isso. Prometo que vou tomar uma atitude mais séria quanto a tudo isto.” – Dei um selinho nela e voltei a limpar Tieminha. Fiquei lá pensando em tudo que ela havia falado e todas as responsabilidades que eu teria que arcar agora que o “pacto” tinha se firmado entre todos nós. Claudinha me deu um abraço e foi tomar um banho, eu terminei de limpar todo o corpinho de Tiemi, passei a pomada anestésica e fui para a sala.“Vem tomar banho!” – Gritou Claudinha do banheiro. Entrei no banheiro e abri a porta do Box. Claudinha se observava com uma das pernas um pouco levantada. “Ai, tá ardendo um pouco pra lavar!”Eu: “Ah, é normal, mesmo que não tenha te machucado. É como se tivesse feito um cortezinho, vai arder um tempinho. Depois que se lavar a gente pode passar o remédio.”Claudinha: “Você é tããão atencioso!!!” – esticando seus braços pedindo um abraço. Abraçei-a pela cintura e a joguei para cima, segurando sua bundinha, enquanto ela se prendeu no pescoço com os braços e com as pernas em volta da minha cintura. Ela me olhou e sorriu.Eu: “Você é um doce! Todas vocês são! Me deu vontade de te pegar no colo!”Claudinha começou a esfregar seu narizinho no meu fazendo carinhos na minha cabeça:“Paulooo... Vazou tudo que tava dentro... Coloca mais um pouco?” – Disse choramingando.Na hora meu pau respondeu, aproveitei que ela já estava na posição, ainda em meus braços e já o coloquei na entradinha. Fui baixando seu corpo e desta vez ela já estava relaxada, meu cacete escorregou suavemente para dentro. Andei com ela no meu colo e meu pau dentro dela, para fora do Box. Sentei na privada e segurei suas costas.Eu: “Ainda bem que você ficou por última da lista... Fechei com chave de ouro.”Claudinha: “Você gosta de fazer tudo que tem nos filmes?” – Sei lá ao quê ela se referia, mas estava pagando pra ver que surpresa ela me reservava.Eu: “Ah... Não fiz tudo que fazem nos filmes ainda... Mas topo qualquer coisa.”Claudinha: “Você lembra quando a Alexandra tava brincando que a Li faz xixi em você? Eu já vi um filme em que a mulher fazia xixi em um cara...”Eu: “Taí uma coisa que pensei que nunca experimentaria... Você ta com vontade? Eu topo!”Claudinha desceu de meu colo e eu sentei no chão. Ela veio com a bucetinha na minha cara, e eu logo enfiei a língua. Ela respirava ofegante: “Humpf... Mas assim com você lambendo não consigo...” – Parei de lamber e fiquei com a boca aberta. Aos poucos ela foi mijando, no começo em alguns pequenos jatinhos, logo depois um jato forte e quente. Encheu minha boca e ficou mexendo os quadris, urinando em toda minha cara. Enquanto caiam os últimos pingos ela olhou para mim, que estava com a boca cheia:“Engole... Você não gosta de engolir? Engole...”Fechei a boca e dei duas goladas para conseguir beber tudo. Depois lambi a parte internas de suas coxas que tinham ficado todas mijadas. Nesta hora, Eliane e Alexandra aparecem na porta do banheiro.Eli: “Oi vocês! E ae? Já?”Claudinha: “Jáááá!!! Eu e a Tieminha!!! Mas eu queria mais um tiquinho!”Eliane abriu um sorriso e abraçou Claudinha, Alexandra correu para o quarto para ver Tiemi. Soltando-se do abraço, ela veio pra me dar um beijo, eu permanecia sentado no chão, encostado no vaso sanitário.Eli: “Ick! Você tá bem suado heim! Tá até salgado!” – Olhei para Claudinha e ela fez sinal de silêncio com o dedinho. Mesmo assim eu falei:“Essa sua amiga fez xixi em mim!”Eli: “XIXI? De verdade? Você fez xixi em cima dele? IACA! E eu lambi ainda por cima!”Alexandra, na porta do banheiro: “Pôôôco porca!!! (...) Ah!!! Eu também quero fazer!” – Foi baixando os jeans. Enquanto Eliane ria, mas fazia cara de nojo: “Ai que nojentos todos vocês!”Alexandra abriu suas pernas em volta de mim, e posicionou sua xoxotinha na minha cara. Mais uma vez meti a língua também na bocetinha dela. Ela ao contrário de Claudinha não disse nada e começou a mijar em minha boca, em minha cara, mexia para frente e para trás para mijar no meu corpo inteiro.Eli: “Pára Alê!!! Eu vou fazer isto em você pra ver se você gosta!”Puxei Alexandra para baixo, e comecei a forçar meu pau na xoxotinha dela. Dei uma cuspida na mão, passei na cabeça do meu pau e puxei Alexandra com força, metendo até o fundo. Ela me abraçou forte e começou a cavalgar com violência, como era seu estilo.Eu: “Lambe meus olhos Alê... Tá ardendo...” – Ela começou a lamber minha cara inteira, Passava a língua com força nas minhas pálpebras, chegando a lamber dentro de meus olhos.Quando finalmente consegui abrir meus olhos, Olhei para o lado e vi Eliane e Claudinha, as duas em pé, cada uma tocando a si mesma. Claudinha já nua esfregava-se com vontade, enquanto Eliane apenas tinha aberto a braguilha da calça e colocava seu dedo dentro da calcinha.Eu: “Faz com a Li, Claudinha... Faz com a minha princesa o que você fez com a Tiemi...” – Alexandra gritava escandalosamente no meu colo, virou-se e ficou assistindo as amigas, sem parar de rebolar no meu pau.Claudinha puxou as mãos de Eliane de dentro da calcinha e chupou seus dedos, agarrou Eliane a empurrando para parede e beijando sua boca. Eliane ficou de olhos abertos e com cara de meio assustada, mas com a boca aberta, recebendo a língua de Claudinha, que foi se abaixando e ao mesmo tempo levando as calças de Eliane para o chão. Colocou a língua na xoxotinha de Eliane que já a ajudava e se livrava das calças com os pés e segurava a cabeça da amiga.Alexandra parou de cavalgar em meu pau e sentou fundo, soltou um grito alto e cravou as unhas em minhas costas. Estava gozando vendo suas amigas se chupando daquela maneira. Ficou assim, apertando meu cacete o mais fundo possível até começar com os tremeliques, dando apertadinhas no meu pau com a xoxota. Claudinha se ajoelhada enfiava a língua em Eliane, que estremeceu e afrouxou as pernas como se estivessem bambas. Como eu já a conhecia bem, sabia que havia gozado na boca da amiga.Claudinha repetiu o gesto que havia feito no quarto, mostrando para mim sua língua cheia do caldo de Eliane e depois engolindo e lambendo os beiços. Alexandra não tirou meu pau de dentro dela, mas não se mexia mais, só ficava assistindo as amigas. Levantou-se aos pouquinhos e meu pau saiu ainda com vontade de gozar . Alexandra era do tipo que gozava muito forte e demorava um pouco pra se recuperar. A fiz levantar, puxei seu braço e o braço de Eliane para o quarto. Eliane levantou sua perna para driblar a cabeça de Claudinha e nos seguiu, Claudinha veio atrás.Eliane sentou-se na cama de pernas abertas e Claudinha já se ajoelhou entre elas, continuando de onde tinham parado. Alexandra descansava um pouco, sentada na cabeceira da cama. Fiz Claudinha ficar de quatro, Eliane puxava os cabelos da amiga para cima como se quisesse fazê-la entrar em sua bocetinha. Puxei o quadril de Claudinha com força para trás, abrindo sua vagina com meu cacete que foi até o fundo. Ela ergueu a cabeça e deu um grito:-“AAAAhhhhmmm....” – Comecei a estocar com muita força – “G-go-za... Goza den-tro de mim... Co-co-mo pro-me-t-teu...”.Segurei sua cintura e coloquei o mais fundo possível, gozei muito, encharcando seu ventre com meu esperma como ela queria. Fiquei apertando, como se estivesse esperando que minha porra penetrasse em cada cantinho do útero dela. Meu pau não amoleceu apesar do gozo forte. Eu estava em êxtase de ver Eliane gozando tantas vezes na boca de Claudinha.Alexandra chegou mais perto, por trás de Eliane que olhou para ela e fez sinal com a cabeça, dizendo para trocarem de lugar. Eliane se levantou e Alexandra ajeitou-se no seu lugar. O caldo da xoxotinha de Eliane escorria pelo queixo de Claudinha, chegando até o pescoço, e eu continuava apertando meu cacete em sua xoxotinha. Alexandra abriu as pernas e Claudinha já abocanhou a bocetinha peluda da amiga, que no mesmo momento cravou as unhas em seu pescoço.Eliane ficou de quatro bem ao lado de Claudinha, dando mordidinhas nas pernas de Alexandra. Olhou para mim com uma cara de safada que não era o seu normal, e passou o dedo no cuzinho, como se me convidasse. Eu saí de dentro de Claudinha e já me ajeitei atrás de Eliane. Coloquei meu pau na entrada se sua xoxotinha, antes que pudesse enfiar, ela segurou meu pau e direcionou para seu cuzinho e disse respirando forçado: “Com força... Me machuca!!! Me machucaAAAAAAAHHHH!!!” – Eu já estava dentro dela. Ela baixou sua cabeça até o chão, com os antebraços protegendo os olhos, como se estivesse chorando. Imediatamente parei, e antes que pudesse sair dela preocupado, ela me olhou cerrando as sobrancelhas e gritou comigo: “NÃO PÁÁÁRAAA!!!” – Obedeci e castiguei mesmo, como se sentindo raiva por ela ter gritado daquele jeito, segurava seu quadril com muita força e entrava com vontade. Tanto eu quanto ela estávamos completamente melecados por isso apesar de estar apertado, meu pau deslizava sem atrito.Alexandra começou a dar uns gritos histéricos, com certeza o prédio inteiro ouvia, de súbito fechou suas pernas afastando Claudinha, colocou as mãos entre elas como se estivesse sentindo dor de tanto gozar e virou seu corpo de lado. Começou a dar as tremidinhas que desta vez pareciam espasmos de tão fortes.O cuzinho de Eliane piscava, como se estivesse me dando mordidinhas, tirei meu pau no momento de gozar e punhetando gozei em cima das nádegas Eliane. A porra saiu forte e em quantidade, mas ralinha devido ao tanto que eu já havia gozado; parecendo água; que foi escorrendo para as costas de Eliane...Ficamos todos os quatro jogados, exaustos enquanto Tiemi continuava dormindo. Claudinha espalhava minha porra nas costas de Eliane vagarosamente, como se passando protetor solar. Eu sentado no chão e Alexandra na mesma posição do momento em que gozou, deitada de ladinho com as mãos entre as pernas. Eliane permanecia imóvel de quatro com a cabeça no chão e a bundinha para cima.Alexandra, lógico, quebrou o silêncio, dando um tapa na testa da japonesinha.“Japa tonta! Nem pra acordar!” – Nós três começamos a brigar com Alexandra, defendendo a coitadinha que estava dormindo.Claudinha: “Nunca mais bata na minha japinha adormecida!” Se arrastou pela cama e deu um beijo na xoxota lisinha de Tiemi – “BLÁÁÁÁ!!! Tá só creme!!!”Todos riram muito, enquanto ela corria ao banheiro para lavar a boca.Eliane se sentou no chão apoiando as costas na cama, esticou a mão para Alexandra que deu um beijinho carinhoso em sua palma. Depois repousou o rostinho na mão, como fosse um travesseirinho, dando um sorriso doce para Eliane.Eliane: “Vai tomar um banho... Você tá nojento!” – fazendo carinha de nojo para mim.Eu: “Você tá bem princesa? Não te machuquei?”Eliane: “Tô amortecida... Acho que vai doer depois...”Fiquei em pé, estiquei um braço para cada uma das garotas, elas seguraram e puxei para que ficassem em pé também. Saímos os três abraçadinhos para o banheiro.Claudinha estava lavando a boca na pia do banheiro, Alexandra apertou sua bunda:“Sabia que tú era sapata! Mas eu sa-bi-a! Tadinha da baixinha, você abusou dela dormindo!”Claudinha: “Você que é uma animal, arranhou todo meu pescoço! Corta estas porras de unhas!”Alexandra: “Se você quer saber, este é meu estilo de sexo. MARCANTE...” – Mediu o corpo de Claudinha com os olhos – “Ow Bichinha, tú tá gorda heim! Só pode ser por chupar a Eliane, isto é excesso de líquido!”Claudinha: “Que? Eu tô gorda? Pior essa sua shana cabeluda, tá parecendo um prato de miojo! Sorte sua que eu gosto de miojo!”O banheiro era só risada, com Claudinha e Alexandra batendo boca e rindo uma da outra. Eliane entrou no chuveiro e me abraçou debaixo do chuveiro. Trocamos um beijo gostoso.Eli: “Eu te amo, sabia?”Eu: “Eu também te amo minha princesa.”Alexandra: “Aaaai Claudinhaaaa, que momento liiindo! O primeiro ‘te amo’! Vai buscar a filmadora pra gente registrar!”Claudinha: “Pára de alugar!!! Ai que booom gente! Que bom ouvir vocês dizendo isso!” – Olhou para mim com um sorriso satisfeito, como se nossa conversa tivesse valido a pena.As duas entraram debaixo do chuveiro e nos abraçaram. Eu não sabia como resolveria todos os problemas que viriam, só sabia que tinha tomado minha decisão e não iria mais voltar atrás.Alexandra: “Pô Paulooo, tá lotado de muié né!... Só que você arranjou justo uma mijona, uma sapata e uma japa falecida!”Claudinha: “E o Edvard mãos de tesoura!”Eli: “Que EdVard, muié! Edward!!!”Alexandra: “Vamos sair daqui e ir lá no quarto de novo? Heeey!!! Vamos fazer xixi na japa?”Eli: “Hahaha!!! Vamos, vamos!!!”Claudinha: “Nãããão!!! A japinha é a minha bonequinha! Ninguém mexe!!!”(...)Em praticamente duas semanas todos os meus sonhos, meus planos e preconceitos caíram por terra. Tudo passava pela minha cabeça; minha noiva, minha família, meus amigos e toda sociedade me condenaria. Não tinha nem coragem de fugir, pois não queria afastar Eliane de suas amigas, EU não queria perder as meninas.Hoje, passado quase dois anos destes episódios tudo está diferente. Mudamos para uma casa, bem maior. Estou recebendo mais do que recebia e sou dono de minha própria empresa.Márcia me perdoou e está namorando meu irmão da farmácia (sei lá se eles já tinham algo, mas adorei não tê-los perdidos).A avó de Eliane nos entendeu e apoiou desde o início, e até sua mãe não nos julga hoje em dia; deve ser por remorso por tê-la abandonado logo depois da separação com seu marido.A casa maior foi necessária, pois moramos todos juntos.A irmã de Tiemi pediu que esta ficasse comigo para terminar os estudos e foi para o Japão trabalhar com seus pais, o dinheiro que a família manda paga todas as contas fixas da casa com sobras. Ela ainda é meio tímida, mas nunca conosco. Inclusive, ainda naquela semana em que perdeu o cabaço dormindo, nós transamos (acordados) assistindo seu vídeo.Alexandra e Claudinha também moram com a gente há alguns meses. Ficamos um bom tempo planejando todas as formas possíveis para que seus pais as deixassem sair de casa, mas era muito complicado. Assim o único meio encontrado por nós para vivermos todos juntos foi fazendo outro pacto de amizade.Seguindo este pacto, eu engravidei as duas. Alexandra infelizmente acabou abortando e Claudinha está no seu quarto mês. Ela e Tieminha assumiram que são realmente apaixonadas uma pela outra e nunca mais sentiram falta de outros homens.Alexandra é minha namorada “de publicidade”. Por aparentar ser a mais velha sempre é ela que me acompanha quando preciso mostrar minha namorada em público e é ela que meus amigos e família conhecem como minha namorada. Hoje em dia com maquiagem ela passa tranquilamente por mais de 20 anos, o que afasta todos os comentários maldosos.Eliane sempre foi e sempre será a minha companheira oficial dentro de casa, é ela que dorme em minha cama. Mas ela nunca ligou de compartilhá-la nem mesmo que eu dormisse na cama das outras meninas. O que eu não posso fazer, nem nenhuma delas pode, é encontrar alguém de fora do nosso clube fechado. Esta é a regra do nosso mais importante pacto. E como vocês sabem, nós sempre cumprimos nossos pactos.--FIM---------------------------------------------Agradeço novamente a todos que votam após a leitura, é um gesto simples que consegue me demonstrar se este estilo de conto mais elaborado possui ou não apreciadores. Por favor, se curtiu, vote... Se não curtiu vote também e pode baixar a nota, ninguém agrada a todos não é mesmo???Só queria saber se continuo escrevendo assim ou mudo para o "mais resumido"! Abraço a todos colegas que comentaram, Vocês são 10!

13 comentários:

Tarius disse...

Cara Gostei muito apesar de ser um pouco sarcastico pelo fato das personagen serem praticamente crianças. Mas pelos detalhes dou nota 9 numa escala de 0-10. :D

Zelão disse...

muuiito boa historia
achei muito excitante
a melhor do blog

Anônimo disse...

Nota máxima... Nunca li nada como deu conto

Anônimo disse...

Amei, queria ser a Eliane kkkk nota 1000

Anônimo disse...

Parabéns muito bom nota máxima para você, afiquei com inveja rsrsrssr,
gozei gostoso lendo os dois primeiros capítulos.

Anônimo disse...

Parabens. Um dos melhores contos que ja li

Anônimo disse...

Simplesmente o melhor conto q ja li! Excitante demais e mt bom msm...parabens

Luiz Arthur Lobato Lopes disse...

Muito bom o conto.das 4 ninfetas virgens nota maxima tambem.

diogo veiga disse...

Adorei seu trabalho! E gostaria de ler mais coisas de sua altoria, nao apenas contos eroticos mas quais quer cOntos com tamanha dedicaçao e enfase na historia.
Mais uma vez parabens pelo trabalho e se poder me mande mais linques com seu trabalho.
Emai: endorveiga@gmail.com

Anônimo disse...

Pultiis.. umm dos mais picas que ja li k k k. Paresso um pouco com ha xandra somente algumas diferenças tipo: branquinha, 1'56 d altura,olhos grandes só que azuis,loirs natural.Mais ou menos ateh a cintura. Só qui eu tenho mais corpo peitos grandes barriguinha lisa. Bundinha nao tao grande mais bem enpinadinha rs.. ja as coxas bem grandinha e tenho 13 aninhoos abre uma esseço pra mim vai?? Eu posso ser a letra. ""D"" qui falta. Meu nome é anyelle

Antonio Grande disse...

Bela historia de ficção (isso não acontece nem em sonho, hehehehe). Assim mesmo, tem talento pra escrever.

Anônimo disse...

Muito bom conto gostei muito keria muito umas novinhas assim
Quem kiser
Chama whats
11982201460

Claudio Elias Do Nascimento disse...

Jesus Cristo Esta Voltando!!!