terça-feira, 22 de julho de 2008

Perdi a virgindade com meu irmão e nosso amigo

Olá, meu nome é Sabrina. Sou morena, pele clara (ocasionalmente bronzeadinha, mas só quando passo um bom tempo na praia), 1,65m de altura, seios médios (nem muito grandes, nem muito pequenos), tenho uma bundinha da qual me orgulho e malho bastante, o que me mantém em forma. Se você quer ver uma foto minha, tenho algumas no meu blog: coelinha.blogspot.com (vou colocar mais em breve).Após vários pedidos por e-mail (desculpa se eu não respondi a todos, são muitos!), vou contar como que eu perdi minha virgindade aos tenros 12 aninhos. Meus seios, pequenas bolinhas surgindo aos poucos, bundinha de criança, cabelo até a metade das costas - eu era uma criança normal, não estonteantemente linda nem horrivelmente feia.Quem me conhece, sabe que eu sou um pouco ninfomaníaca mas isso só pelo fato de eu amar sexo. Mas não muitos sabem como que essa sede por sexo começou. Possivelmente, o tezão pela transa seja heriditário...Tenho um irmãozinho mais novo de 10 anos (Rodrigo) e a gente se dava muito bem. Aprontávamos de monte, sempre fuçando aqui e ali, descobrindo a vida. Morávamos em um prédio no centro da cidade e brincávamos com a turma da rua num parque próximo. Éramos os mais novos do pessoal. Nossos outros amigos se compreendiam nas idades de 13 a 16 anos. Certo dia, brincando no parque próximo de casa, eu e meu irmão escutamos dois amigos nossos falando sobre um canal que encontraram na TV deles que continha "filmes de adultos, proibídas para crianças". Eu e o Rodrigo não entendemos de primeira o que era esse tal de "filme para adultos" mas lógicamente o "proibído para crianças" despertou curiosidade em ambos. Chegando em casa decidimos brincar com o controle remoto até encontrarmos um canal que pedia senha. Decidimos parar de fuçar até estarmos sem nossos pais em casa para não sermos pegos. Naquela mesma tarde, nossos pais foram ao andar de baixo, deixando eu e o Rodrigo em casa, vendo TV. Assim que foi dado a brecha, voltamos ao canal que pedia senha. Era quatro dígitos. Tentamos várias combinações, até chegar na data de nascimento do nosso pai. Bingo! O canal estava liberado.Estranhamos ao ver, logo de primeira, um homem e uma mulher pelados na cama. A mulher estava deitada na cama, e o homem parecia querer deitar em cima dela. Ele ficava indo para frente e para trás, e a mulher estava gemendo. Ela parecia estar gostando. Ambos pareciam estar gostando. E não eram os únicos: eu e o Ro também estávamos gostando. Estávamos vendo um filme proibído para crianças.Eventualmente, a câmera deu um close no casal e vimos que o "pipi" do homem estava no "buraquinho" da mulher. O Ro, curioso, perguntou se isso doía. Falei que não saberia, pois nunca fiz isso. Pra sanar minha curiosidade e a dele, abaixei minha calça e minha calcinha e coloquei um dedinho devagarzinho pelo meu buraquinho. Notei que meu dedo não entrava muito e até onde ía, não doía. O Rodrigo queria saber como era, então ele pediu se podia colocar o dedo dentro de mim também. Ele colocou e tirou rapidamente. Achou estranho.Então ele repetiu o gesto. Me deu um pequeno arrepio bom. Copiando o que viu na TV, ele começou a colocar o dedo em mim, e tirar. Várias vezes. Senti um calor pelo corpo todo. Algo muito bom. Não queria que ele parasse.Mas ele parou quando viu na TV, o cara colocando o pipi dele na boca da garota, e ela começou a lamber o membro dele, colocando fundo na boca. Pouco depois o homem mijou no rosto dela, mas não era mijo: algo branco nela. Até onde sabíamos, o xixi era amarelo, e não aquele branco que parecia creme. Pedi pro meu irmão mostrar o pipi dele. Quando ele abaixou as calças, o pintinho dele tava durinho e não molinho como eu vi inúmeras vezes. Decidi lamber ele que nem a mulher tinha feito. A respiração de Rodrigo começou a ficar ofegante. Mas antes de qualquer coisa poder acontecer, escutamos nossos pais abrindo a porta. Rapidamente, subimos nossas calças e mudamos de canal. Felizmente, ninguém notou nada.Os dias foram passando, e sempre que tínhamos a oportunidade assistíamos o canal. Decidimos sempre assistir o canal sem roupas. Após ver uma determinada cena, onde a garota sentava no rosto do garoto que a lambia no seu buraco enquanto ela lambia o pinto dele decidimos imitar. Era gostoso. Dava uma sensação boa. Ficávamos muito tempo assim. No entanto, o Rodrigo nunca colocou o pipi dele dentro do meu buraquinho. Semanas depois desde a primeira vez que vimos aquelas cenas pela primeira vez, tínhamos sido convidados para a festa de um de nossos vizinhos (aquele que tinha comentado sobre ter achado o "canal de filmes adultos") no salão de festas do prédio. Fui de camisetinha branca, saia preta que ía até um pouco acima dos joelhos, e calcinha de rendinha rosa.Brincamos a tarde toda. De pouco em pouco, as outras crianças eram buscadas pelos pais até restarem apenas eu, o Rodrigo e esse garoto - o Hélio, que tinha acabado de fazer 15 anos. Queríamos subir pro apartamento dele, ver TV. Como nossos pais estavam entretidos conversando com os pais dele, eles deixaram irmos.Subindo no apartamento do Hélio, sentamos todos no chão na frente da TV. O Rodrigo queria ver desenhos de um canal, mas o Hélio queria outro canal. Eu sugeri o canal adulto. O Hélio fingiu não saber do que se tratava esse canal. Expliquei pra ele que eu ouvi a conversa dele com outro amigo nosso certa vez, falando que ele tinha conseguido acessar o canal. Falei que tentamos em casa, e conseguimos acessar também. Ele então decidiu colocar no canal para a gente. Ficamos os três olhando tudo, sentados no chão, eu no meio, o Rodrigo do meu lado direito e o Hélio do lado esquerdo.Meu irmão derrepente, abaixou suas calças e pediu pra eu lamber ele. A atitude surpreendeu o Hélio, pois o Rodrigo fez aquilo com a maior naturalidade. Falei que não, que não deveríamos fazer o que sempre fazemos na frente do nosso amigo. Hélio ficou curioso e queria saber o que tanto fazíamos. Eu tentei explicar, mas ele me cortou da conversa e pediu uma demonstração.Então, fiquei de quatro sobre meu irmão (que estava deitado no chão) e comecei a chupá-lo. Fiquei assim durante um tempo. Hélio estava muito excitado em ver nós dois assim, e muito mais excitado em saber que nós dois transávamos. Ainda mais, quantas vezes qu você têm a oportunidade de ver dois irmãos transando, sem a menor idéia de que estavam de fato transando?Hélio pôs-se atrás de mim, levantou minha saia e abaixou um pouco minha calcinha, deixando meu cuzinho e minha bucetinha (ainda sem pêlos) á sua mostra. Sem parar de chupar meu irmãozinho, eu tentei subir minha calcinha: achava estranho ficar assim na frente de outro garoto. Mas Hélio não perdeu tempo: enfiou a língua na minha bucetinha e passou a lamber ela vigorosamente. Era diferente do meu irmão. Parecia já ter experiência. Ele me chupava com gosto, enfiando a língua na minha xaninha e no meu clítoris. Por um breve momento, pensei em parar tudo pois as coisas pareciam estar perdendo o controle, mas desisti da idéia rapidamente: estava já enlouquecendo, chupando o pintinho do meu irmão e sendo lambida pelo Hélio, que já começava a passar os dedos pela minha bucetinha e ía enfiando um dedinho bem devagarzinho na minha xaninha. Ele só enfiava a ponta, mas era o suficiente pra fazer meu coração bater mais rápido.Eventualmente, Hélio parou de me lamber e perguntou se era só isso que sabíamos fazer. Falei que sabíamos que dava pra fazer mais, mas nunca tentamos nada."Hoje é seu dia de sorte" falou Hélio. Lembro até hoje dessas palavras. Decidido, falou que iria alterar a brincadeira um pouco, deixando ela muito mais gostosa.Hélio então pediu para que o Ro saísse debaixo de mim e visse o que ele tinha que fazer. O Rodrigo saiu debaixo de mim, enquanto eu continuava de quatro com minha bundinha virada para nosso amigo aniversáriante. O Ro pôs-se do lado dele que demonstrava como agir:Hélio cuspiu em sua mão e passou o cuspe no buraco da minha bundinha. Então, colocou um dedo dentro. Senti uma sensação louca subir pelo meu corpo. Não sabia que dava pra colocar algo lá atrás. Ficou fazendo um vai-e-vêm durante algum tempo. Em seguida, falou pro Rodrigo fazer o mesmo - mas sem os dedos dele: com seu pinto. Como o pintinho do meu irmão não era muito mais grosso ou maior que o dedo de Hélio, eu comecei a gostar. Era muito bom. Mas ficou melhor quando Hélio colocou-se debaixo de mim, fazendo o que ele chamou de "69".Hélio me chupava enquanto eu chupava ele e o Rodrigo descobria o tezão que era comer alguém. Ficamos nessa posição durante algum tempo, quando Rodrigo - que estava bombando feito louco atrás de mim soltou um gemido de alívio e senti algo escorrer pela minha bundinha. Hélio anunciou que meu irmãozinho havia gozado no meu cu.Rodrigo sentou-se no chão do nosso lado, com um sorriso muito alegre no rosto. Hélio então anunciou que era a vez dele ficar com aquele mesmo sorriso.Levantou-se e ficou atrás de mim. Estava começando a ficar com um pouco de dor no corpo por ficar sempre de quatro, mas Hélio não queria nem saber. Ele pegou seu pau, creio que uns 13cm, e colocou no meu cuzinho. Doeu um pouco, pois ele colocou rápido demais. Estava até que gostosinho a sensação, e meu irmão estava curtindo só olhar.Quando me queixei mais da dor de ter que ficar de quatro o tempo todo, Hélio se irritou. "Cansou é, vadiazinha? Então vai levar na bucetinha!".Fiquei com um pouco de medo, pois ele rapidamente tirou seu pau de mim, e me virou, fazendo ficar de costas contra o chão. Afastou minhas pernas, segurando-as na sua cintura e aproximou seu pau da minha xaninha. Ele começou colocando a cabecinha até onde sentia uma barreira. Ficou parado por alguns segundos, e vagarosamente começou a forçar. Falei que estava doendo um pouco, mas ele não me respondeu ou fingiu não dar bola. Ele continuou persistindo. Eventualmente, por causa da pressão, senti uma dor imensa e até tentei me afastar de Hélio mas ele me prensava contra o chão. Meu cabacinho rompeu, e felizmente a dor não durou muito.Meu irmão começou a ficar preocupado em ver o sangue sair da minha bucetinha, e perguntou se era normal. Hélio falou que era normal "vadiazinhas sangrarem da primeira vez".Lá estava eu, deitada, sendo comida pela primeira vez sem realmente entender o que estava acontecendo. Só sei que eu estava gostando.Hélio começou a aumentar a velocidade das enfiadas na minha bucetinha e aquilo me dava uma sensação muito boa, embora minha bucetinha ainda doía um pouquinho por causa da perda da minha virgindade. Ele me segurava pela cintura e me trazia pra frente e pra trás, seguindo o ritmo dele.Passado alguns minutos, eu nem sentia mais dor alguma. Hélio bombava muito rapidamente, e ele parecia estar completamente em êxtase. Derrepente, ele tirou o pinto dele da minha bucetinha. Olhei pra baixo para ver o que houve, e um jato branco saiu voando da pica dele, chegando até os meus peitinhos, pequenas bolinhas em fase de crescimento. Hélio caiu pra trás, com um sorriso enorme no rosto. Eu perguntei o que era aquela coisa branca em mim, ele respondeu que era gozo. Perguntei se tinha problema de experimentar e o Hélio só se levantou, ficando sentado no chão e deu um sorriso. Aceitei isso como um "experimente, vai".Passei o dedo na minha barriguinha (onde tinha uma concentração maior de gozo) e depois coloquei na minha boca. Não tinha um gosto muito ruim, mas também não era maravilhoso. Era bem na média.Meu irmão, que até então tava só assistindo nós dois, quis experimentar também; ele chegou em mim, e passou a lamber minha barriguinha e engolir a porra do Hélio.Hélio ficou com um sorriso bem malicioso. Eu até já sabia: ele ía comer eu e meu irmãozinho...

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